Luma Elora Aislin

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Sabá de Ostara
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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Pensamentos meus.....


"Por mais incrível que possa parecer, a perfeição é fruto do desenvolvimento do coração, não da razão.....o ser perfeito provem do sentir com perfeição e jamais do raciocinar com perfeição.....uma lástima, o ser humano com seu raciocínio não aprendeu a sentir...."

Luma Elora Aislin.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Xamanismo...."Animal Totem", minha visão.


Animal totem é a presença arquétipica animal mais fortemente presente em nossa essência espiritual, sob o ponto de vista da ancestralidade, esses laços são resultado do entrelaçamento entre os reinos, tal qual se dá o entrelaçamento entre as dimensões ou os planos de existência de um espírito. Se nós temos como objetivo primeiro a evolução, enquanto ser, o mesmo ocorre com os animais. As características que apresentamos em nossas personalidades, encontram ressonância com os demais reinos (animal, vegetal, mineral e o elemental), tanto nossos traços bem definidos e equilibrados, como nossos excessos e nossas carências, vão determinar um arquétipo nos demais reinos. Soma-se ainda, nosso estágio evolutivo e a missão a qual viemos desenvolver na atual encarnação.
As maneiras de entendimento sobre totens divergem de acordo com os autores contemporâneos e, até mesmo entre os antigos, porque assim também diverge, entre as culturas que utilizam o xamanismo como forma ritualística na prática religiosa, alguns desses autores colocam animal totem como animal de poder, outros contrariam esse conceito. Eu tenho uma determinada postura, que foi estabelecida de acordo com minha caminhada e, não apenas estudo, porque faço distinção entre caminhada de estudo (muitos não o fazem). Fundamento caminhada como um trilhar, onde ocorreu vivências e, principalmente quando desse ato resultou transmutações, enquanto que estudo para mim se firma no interesse teórico e, até mesmo prático mas, que não resultou interações tranformadoras. Meus conceitos não incluem valores, nem maiores e nem menores, acredito que de ambas as formas, existem os mais e os menos, apenas isso. E isso ocorre por dedicação e capacidade, tão somente.
Bem, de acordo com o que foi exposto acima, eu adoto a conceito separatista, atrelo o animal totem ao animal ancestral, a todo aquele aspecto que trazemos inerentes e, que nos liga a outros seres, por assim dizer laços "familiares". Já o animal de poder, é aquele mais específico, mais nosso, aquele ligado ao nosso eu mais puro, mais solitário, mais independente de qualquer bagagem genética, tanto à nível humano, como principalmente espiritual (que é o nível, que realmente define os totens). O animal de poder vibra naquela frequência do nasci só e vou morrer só, mesmo que tenhamos um baú de co-irmãos.
Essa pois, é minha forma de expor sobre, de acordo com o que pude até o dia de hoje absorver e, não numa linha linear desse tempo de hoje mas, sobretudo, no tempo circular do contato entre os mundos e os tempos. Aliás, essa é a maneira que o xamanismo e, como tal a bruxaria, já que é uma forma de religiosidade, que se expressa pelas técnicas e vivências xamânicas, lida com conceitos teórico-práticos imiscuído na maneira diferencial de viver e sentir. Bruxas sentem, muito mais do que qualquer outro verbo a ser conjugado.
Bençãos de luz e paz!
Luma Elora Aislin

domingo, 13 de abril de 2008


Olá!


Hoje vim até meu blog, vim postar um texto...não se apavorem com o tamanho...tenham paciência, afinal eu o encontrei por acaso, desde muito fui apresentada a esse conhecimento porém, dias foram passando e eu não os tinha escrito então, eis que, uma amiga veio me falar dos mesmos e mostrando interesse em ter o texto, passeando pela net, menos de 48 horas depois, "coincidentemente", eu o encontrei...acredito que além de minha amiga, que agora o terá, muito interessante se faz, que outros também o aprecie, com todo meu carinho e afeto, deixo aqui para quem quiser ler........

Os 51 Sinais do Despertar Espiritual!

Em minhas andanças, seja aqui no virtual, seja no dia a dia do não virtual, ouço as pessoas falando desses sintomas em suas vidas, estão confusas, não sabem o que fazer, muitos deles criando problemas dolorosos......procura, muita procura, por médicos, psicólogos, centros espiritualistas, terapias alternativas...uma nova religião, uma sociedade secreta e seus ocultismos....seitas, remédios.....remédios, seitas......Todos perdidos, doloridos e buscando um caminho......Que todos possam encontrar o seu, qua cada um dendro do seu empenho e busca possa quando daqui alçar vôo, leve consigo a benção da missão cumprida.

Bençãos de luz e paz!

Luma Elora Aislin.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Sou boa de cozinha .....


Sou boa de cozinha, melhor ainda, de apetite. Se cozinhar é uma arte, comer é um prazer, ambas as coisas se misturam, se enlaçam como amantes e,esse é um exercício nato em uma bruxa, simplesmente faz parte do caminho, cozinhar, mais ainda, e antes de tudo, é magia, assim como é, o escrever (já essa é uma arte que não domino bem!).
Dia desses resolvi cozinhar para mim, estranhou? Pois, não estranhe, existe cozinhar, e “cozinhar”. Eu adoro abóbora com galinha, as duas coisas juntas me fazem muito bem, uma alquimia deliciosa!
Então,comprei uma linda e redonda abóbora e pedi ao meu marido, o precioso favor de corta-la para mim e, ele foi mais longe, também cortou as fatias (se acham que isso não tem importância, é que vocês não sabe da história toda, mas essa é uma outra parte da teia, chamada vida da Lúcia...), vamos voltar as fatias...Minha intenção era simplesmente fazer galinha com abóbora, mas quando percebi eu estava fazendo a “minha galinha com abóbora”, daquele jeito “bruxesco” de cozinhar.
Quando estava eu em volta do fogão, meu marido chegou, e falei a ele o que estava fazendo. Disse a ele: - e aí! Está gostando de ver uma comida de bruxa, sendo feita? No que ele respondeu: - e tem comida de bruxa? Essa eu não sabia! E, como é comida de bruxa?
- Sim, Volnir. Tem comida de bruxa e eu estou fazendo uma.
Ainda bem que ele não disse, - mas não estou vendo nenhum caldeirão fervente com olhos, patas, ossos e sei mais lá o que, boiando por aqui! rsrsrsrsrsrsrsrsrsrs
Comida de bruxa é aquela em que não há limites, não há padrões, comida de bruxa, é comida feita pela bruxa, para a bruxa. Não há receita, não há medidas, tem intuição, os olhos passeiam pela cozinha, miram temperos, ingredientes saltam como num passe de mágica e tudo vai para a panela realizar a dança do sabor, da cor, do cheiro.... a alquimia dos elementos, nada está ali por acaso, se analisarmos todos os ingrediente, teremos um tratamento completo, para o corpo, mente e espírito, e tudo isso sem que se perceba, tudo intuído, sentido, acontece.
É o mais puro exercício da magia, tanto é que gerou uma tradição dentro da bruxaria contemporânea (nossa! Escrevi bonito agora!), “as bruxas de cozinha”.
Tudo isso pensei enquanto respondi, “sim, existe”.
Saiu ele da cozinha e continuei eu com minha mágica mistura, sentindo o cheiro dos temperos e viajando no tempo.
Percebi, então, uma coisa, sempre achei que os “insights” que eu tinha cozinhava, se dava devido a concentração, muito mais do que isso, tendo eu que cozinhar todo dia, além de realizar os outros serviços domésticos, não sobra tempo para realizar meditação, viagens astrais, visualizações etc, em relação a isso, inclusive, tenho tristeza e culpa, tristeza, porque não tenho tempo para realizar minhas atividades e consequentemente desfrutar de todo benefício e sabedoria que poderia advir das práticas, culpa, porque fico eu pregando e ensinando, uma coisa que não realizo, sabem o tradicional ”faz o que digo mas, não faça o que eu faço?” pois é...resultado, tristeza, culpa, no mínimo isso. Contudo, nesse dia mágico, entendi, ou melhor, “recebi” a compreensão do que “realmente” ocorre.
Nesse entendimento, tive respaldo nas palavras de Osho, um trecho de seus ensinamentos, que achei bem interessante, e que em dado momento achei um exercício bem proveitoso de se fazer, apenas, apenas, não percebi que eu já o realizava! E como!
E é dessa forma que vivemos, um simples desejo de comer um alimento, gerou um entendimento que eu não havia tido, como conseqüência produziu uma cura.... de enorme proporção e, de quebra, ocorreu mais um entrosamento, entre eu e meu homem, mais uma troca de experiência, mais um passo no aprofundamento da relação.
Sabem por quê?
Sentamos à mesa e ele me surpreendeu com seu pedido. Me passou seu prato vazio e pediu que eu o servisse do meu jeito, ou seja, ele queria que eu colocasse em seu prato o que “eu” gostaria que ele comece.
Se eu queria, que ele comece minha comida de bruxa? Ora! Não existe prazer maior para uma bruxa, do que compartilhar! De que adianta o exercício da magia, se não existe um objetivo, um ideal à ser atingido.
Ele comeu minha comida de bruxa, não reclamou, não criticou...repetiu...pode não ser, como, não é sua maneira predileta de se alimentar, mas foi um ato de amor, respeito, consideração, mais um motivo para admirar o homem com quem divido a minha vida, e o melhor de tudo, não mais a vida do ser humano, social, mulher, Lúcia mas, a vida da bruxa Luma Elora Aislin, isso é uma benção! Uma grandiosa benção da Grande Mãe.
No meio do almoço, mesmo sem racionalizar, tudo que agora está aqui posto, mas por intuição e entrega, lhe agradeci, não pelo simples fato de comer a comida, mas pelo fato de que ele tinha me dado a idéia de um dos capítulos do meu livro.
E aqui estou eu dias depois, colocando essa prévia no papel e nesse momento me dando conta de tudo que aconteceu. A grandiosidade e a magia, do que seria um dia comum em minha vida. Um dia para ser lembrado e, registrado, porque dele extraí muito mais do que um simples prato de comida, que gosto de comer e, que a família não curte, “abóbora”.
Abóbora! Ela te lembra de alguma coisa? Mera coincidência? Não, não existem coincidências, tenho certeza que a magia do “ser abóbora”, sua linda cor solar, seu sabor adocicado, esconde muito do segredo do que aconteceu naquele dia.
Quanto a lua que estava no céu? Bem, eu ainda ontem estava triste, encimesmada, não havia realizado o esbá de lua cheia, muito menos cultuado a face crescente, que é a face, que traduz a minha personalidade mágica, sou uma bruxa de lua crescente, olhei na folhinha, dia em que a lua cheia entrou! Bem, estou feliz, muito mais que feliz! O esbá foi feito...apenas eu não sabia...e, o mais importante, alguém do outro lado do véu, alguém que habita estrelas, luas e sóis, alguém que dança com o vento, me ama e me protege sob seu manto.
Ligando tudo e mais uma “coincidência”, durante a face cheia, tive um “surto criativo” e escrevi o “Cântico à Deusa”, a última vez que escrevi algo parecido com um poema, foi em agosto de 2007. Coincidência?
Bem, para mim sincronicidade, por isso e, afinal “sou uma bruxa”!....E, de cozinha, também!
Bênçãos de luz e paz, em suas cozinhas!

Luma Elora Aislin
27.01.2008




À propósito, sabe onde estou agora? Sim! Na cozinha e, sim, cozinhando...são exatamente 13 hs e minha comida ficou pronta e, terminei aqui!
Bem, eu vou dispor as coisas na mesa e servir o almoço.
Se é galinha com abóbora? Não, é porco assado com batatas, rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrrs
Mudam os ingredientes, mas a magia continua!
Fui!
Voltei....
Ah! Hoje pela manhã, como de costume, li um pedacinho de algum livro, dos muitos que leio simultaneamente, então li sobre a meditação com a águia. Não escolhi, era a página seguinte da leitura de ontem.
A águia é a portadora da visão ampla, visão que nos permite realizar escolhas. Ter “visão de águia” significa obter conhecimento para que façamos sábias escolhas. Não tenho eu nenhuma dúvida, que apesar da simples leitura, o objetivo da meditação foi alcançado.
Entendi nesse dia de hoje que muito mais importante que traçar o círculo sagrado, que usar instrumentos, que invocar as energias e os Deuses, que enfim, ritualizar e realizar feitiços, é “viver” com magia, é honrar os Deuses e os elementos à cada respiração que se faça, cada passo que se dê, cada tarefa que se realize.
É claro, que a realização dos rituais servem , entre todas as outras coisas, justamente para isso, nos deixar nesse mágico estado de viver, e de sintonizar com os Deuses.
E a grande sabedoria da vida é perceber essa conexão e dela usufruir, em perfeito amor e com perfeita confiança, numa entrega diária e constante. Uma entrega plena, que no andar da carruagem, ou no acomodar das abóboras, para voltar ao tema, se traduz numa plena consciência do trilhar o caminho e a certeza de que, como diria, Paulo Coelho, se estar vivendo a lenda pessoal.
Sim, eu vivo minha lenda pessoal. Pode não ser bonita, agradável, mas estou fazendo o que aqui vim fazer.

Namastê
Blessed be
Luma Elora Aislin

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Cântico à Deusa


Aprendam a não esperar por mim....

Aprendam a não me fazer verter lágrimas,
minha face foi criada para lhes sorrir,
meu sorriso aquece suas almas.

Aprendam a andar sozinhos....
a percorrer caminhos, a correr estradas e subir montanhas.

Aprendam a amar os animais,
pele e pelos se completam,
piados, grunhidos, latidos, miados...
são fundo musicais para suas palavras.

Aprendam a falar...
o universo registra e, eu acolho em meu coração.

Aprendam a não me ofender,
gritos, blasfêmias e pragas, rasgam meu ser.

Aprendam a sentir meu cheiro nas flores,
e, a ler minhas vontades nas nuvens,
meu gosto?
Provem do mel, deliciem~se com frutas e sumos.

Aprendam a nadar ao vento e a voar nas águas,
a harmonia dos contrastes, geram equilíbrio.

Aprendam a não se queimar,
no crepitar da chama que alimento,
e, da terra que gerei, tirem seus alimentos,
provem do mar, mas não se afoguem.

Aprendam a me amar, porque sou espelho, reflito o amor...
e, seus ódios e rancores, me fazem quebrar.

Aprendam que sou o que sou...
Sou início, meio e fim.

Aprendam sobre luz e sobre sombra,
sou dual, inconstante, mas sou única.

Aprendam que por mim hão de morrer,
e, que de mim renascerão.

Aprendam a dança da vida,
o movimento dos elementos.
Me leiam nas folhas, me sintam nas florestas.....
mergulhem em mim, quando no mar,
pisem meu corpo, quando em terra.

Aprendam a criar raízes,
porque meu fogo interior,
queimará o que de mim não vier.

Aprendam o caminho, o vôo,
a nadar e a cantar...
soem tambores, entoem músicas,
em minha honra e do que criei.

Aprendam que de minhas crias me alimento,
sou caça, sou a caçada, sou caçadora,
tão pura, quanto densa.
Então, aprendam meus segredos,
ouçam meu canto, meus gemidos.

Olhem nos meus olhos, me enlacem, mas....
Não esperem por mim!

Ao Senhor dos tempos dei forças,
para o Universo expandir e crescer...
e, na minha amplitude, se fundir.....

Então, não esperem por mim!

Porque das cores, sou todas e nenhuma,
e seus olhos não me alcançarão...
naveguem e galopem,
girem como folhas ao vento......

aprendam a me sentir,
no pulsar do sangue,
e a me ver no “nada”,
somente assim, me alcançarão....


Luma Elora Aislin

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Um pedaço de mim, que ofereço a vocês.


Eu sou aquilo que expresso ser, e aquilo que guardo no interior de meu ser. Sou por vezes indefinível, tantas outras previsível, uma banal criatura.

Nasci, nesse tempo do hoje, mensurado pelas três dimensões da matéria, uma mulher...... como mulher, pari dois amados seres, meus filhos! Jamais meus seres! Ainda aqui, carrego comigo, ao meu lado, um ser amado, meu homem, meu companheiro.

Tenho nessa vida a companhia de muitas almas irmãs, onde nos amamos, misturamos nossas alegrias e secamos nossas lágrimas, uns aos outros, com o coração exaltado de prazer, porque sabemos que, temos uns aos outros, somos partilha!

Sou simples, sou pequena, sou pena e rocha. Amo a natureza, nela tenho meu alimento, minha alegria, o motivo para continuar, mesmo dentro de infinita saudade de um lugar que lá está...

Reverencio Deuses, honro elementais, me encanto com flores, com animais.

Choro muito, sinto falta, dou gostosas gargalhadas...

Sou atrapalhada, danço a coreografia da vida às vezes com graça, às vezes com dor.

De todas as coisas que amo, amo com maior intensidade o próprio amor, como fim único, como meio de agir, como início de jornada... como religião, o religare! O amor! Onde nada acontece, se o religare não religar o que se vê, ao divino interior. Jamais o contato com a divindade externa se dará, se a divindade interna não se descobrir.

Tenho dois textos, no perfil de meu orkut, que me descrevem muito bem, duas formas, duas medidas.

Porque sou bruxa, sacerdotisa devota da Deusa, sou poeira cósmica no mar do universo, lagoa serena e mar revolto, manto negro da noite, luz de estrela no céu.

Meu nome me define, meu nome composto que abarca o ocidente e o oriente, um se traduz em luz e o outro em pureza, como bruxa a forma unida, primeira sílaba de um, última de outro, daí Luma, reforçado por Elora, que ser Luz, Aislin, o sonho...

Aislin, o nome me ofertado, o nome da Senhora da fadas.Isso se traduz em sou pequena luz, que sonha em iluminar teu coração, e que minha loucura seja perdoada, porque metade de mim é amor, e a outra metade.....também!
Luma Elora Aislin

Perdidos nas brumas




As brumas densas...........
E as brumas desceram sobre nós...
Rarefeita no princípio, densa no fim,
assim envolvidos ficamos...
e, no tempo dos tempos, paramos.

As brumas densas...
Esconderam nossas verdades,
nossos sonhos foram velados,
as emoções se fizeram saudades,
no coração, os sentimentos calados.

Então, nas lembranças...
O mar das brumas se fez em nós...
a magia encantada, foi-se assim,
da dimensão do arco-íris, separados fomos,
nossas almas esqueceram o que existimos.

Evocamos! Esquecer a mudança...
Assim, no tempo mítico existiu.
um templo sagrado de enlevo,
espaço divino, que se partiu,
da montanha tênue, só o relevo.

Temos, então, a esperança...
De uma realidade perdida,
que tentamos relembrar,
quando em círculos, nossa mão unida,
faz, a luz, nos teus olhos procurar......

Luma Elora Aislin, 20/08/07