Luma Elora Aislin

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Sabá de Ostara
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Texto, sobre morte e renascimento....




Nascer e morrer....todos os dias morremos umas gotas,às vezes temos experiências que nos matam um números de gotas bem maior do que julgamos suportar, aí mergulhamos na noite escura da alma, quando nos sentimos mortos em vida, vivemos tudo em preto e branco, e as emoções se esvaem..................parece que mais nada nesse mundo terá o dom de nos fazer reviver, a dor da indiferença que nos cerca, é algo de arrepiar............olhar a volta, e não ver nada, absolutamente nada, que nos motive o retorno, dessa forma de experiência é que se extrai a máxima, de que ninguém, nem nada tem o poder de te fazer feliz, que a tal da sensação de se sentir feliz, está no teu interior, e quem não descobrir sua própria mina, estará a mercê de outrens, ai! penso eu ser essa a pior forma de vida, e ser esse o pior dos pesadelos, oferecer tamanho poder aos outros é viver morto em vida, para essas pessoas, e que na realidade são muitas, são a maioria, um ritual de morte e renascimento xamânico, seria algo, como diria, bombástico! conheço um número de desavisados, que desagregaram de vez! desenvolveram uma maneira doida de vida instantânea, que viraram poços de superficialidade.........em que tudo é permitido em favor do tal renascimento, da tal essência, do tal fazer-se vivo e feliz por si só.
Infelizmente, minha experiência, com alguns "renascidos" é de doer, foi um mergulho sem volta na piscina de egos, mas tudo bem, cada um tem seu ritmo próprio seu momento e seu viver.....................e isso só acontece pela total falta de conexão com o que está a volta, com a natureza, o universo em que estamos mergulhados...............me ocorreu agora um exemplo prático de um momento que vivi, numa dessas experiências místicas, dessas maravilhas despertas da nova era, em uma discussão que surgiu, eu, muito tonta, não sei como lancei a história do conhecimento de corpo, e que como as mulheres, e quantas mulheres sabiam quando estavam ovulando, foi um estouro não sei nem como sobrevivi................e elas estavam com razão, afinal se as "sábias" mulheres tivessem como sentir e saber tal coisa, não precisaria os tais métodos contraceptivos, já pensaram que maravilha, as mulheres saberem como controlar seu corpo, saber a hora exata de sua ovulação, parece que não nasceria tantas crianças indesejáveis, e outras que querem e não acertam poderiam corrigir seus ponteiros.

Bem partindo do pressuposto, que a cada mês, essas filhas da Deusa, filhas da terra, possuidoras dentro de sí, de um processo mágico de morte e renascimento, que dura até o próximo ciclo, em que sai do arquétipo de Deusa Mãe, e entra no arquétipo de anciã, onde deveria executar a mestria das novas deusas jovens, tarefa sublime e grandiosa, como aprender, se não tem quem ensine, e como ensinar se não aprenderam........tudo nesse tempo é cíclico  anda sempre para o recomeço e como recomeçar se perdeu-se a sabedoria, o respeito primevo...................e olha que só estou falando das mulheres, que dizer dos homens, que quando executam o ato sexual, não tem e nem querem ter a mínima noção do que estão realmente fazendo, ah! quando encontramos gentis cavalheiros que se preocupam em usar camisinha ou perguntar e saber de fato que sua consorte "do momento" está devidamente protegida, já temos aí um avanço digno de honrarias, não haveria tantas crianças dormindo nas calçadas, com um frio, aqui no sul de 2º abaixo de zero!
Vocês devem estar pensando que enlouqueci..................mas, antes de me julgarem, pensem, pensem bem, o que os caracteriza estarem aqui! são seus eus espirituais, astrais, mentais? em que dimensão estamos? e quantas pessoas vocês conhecem que dominam o conhecimento de seus corpos, controlam os desejos que os hormônios provocam?
Será que nascer e renascer espiritualmente, em experiência simulada, sim, porque se não há realmente a morte física, tudo é simulação, com finalidade de crescimento espiritual, de despertar a consciência, não é mesmo?
Se esse despertar servir para que tenhamos mais respeito pelos outros e por quem está a nossa volta, seria uma realidade maravilhosa! Seria uma evolução planetária e tanta!
Por isso que apesar dos erros maiores que os acertos, eu ainda acho, que feito os devidos estudos, refeitos os mesmos e obedecendo um chamado do espírito, aquele chamado desesperado do tentar reencontrar-se, será sempre uma experiência válida, é no mínimo uma uma tentativa de um despertar de consciência, que pode levar fazer brotar uma nova semente mais pura, mais bem preparada para superar as adversidades.
Boas experiências, bons aprendizados..................possam todos aqui depurarem pelo menos um pouco da falsa magia, em que estivemos mergulhados, como raça, nos últimos séculos, ou pensando bem, milênios.

Bençãos Plenas!


Um texto em que resolvi dar pitacos sobre experiências de morte e renascimento.....em 11/7/2007.

Luma Elora Aislin

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Instrumentos mágicos.


Os instrumentos devem ser purificados, consagrados e honrados, são companheiros de jornada, são simbólicos cheios de energia e propósitos, podem ficar guardados.....por longa data, podem ficar sem serem usados, mas assim como os verdadeiros amigos, sempre estarão ali....para lembrar que a magia é muito mais um ato de viver, do que algo que se pode ou não apenas usufruir......

Sobre consagrações.





gostaria muito minha querida, se podesse nos falar um pouco mais sobre consagração .....
(pedido de alguém....) 

Não há muito mais o que falar. O que acontece é que após esse tempo de convívio com o instrumento, eu lanço o círculo novamente, faço saudações aos guardiões       , faço a invocação da Deusa e a do Deus, recito a runa das bruxas...se me der na telha, e sempre dá, canto para a Deusa, e porque não para mim também, porque esse espaço de tempo que aí estou, estou entre o espaço entre os mundos, estou dando uma trégua a mim mesmo, estou também eu me purificando e consagrando.....lá no início antes de evocar os guardiões, eu determino quando acendo a vela do altar e o incenso, que eu estou naquele momento ritualizando para que se de a consagração de determinada coisa ou coisas.



 Sabe, Morg, sei que tem uns fanáticos que não aceitam consagração informal, sei que outros vão dizer, que basta adquirir o instrumento, acender um incenso ou não e dizer eu te abençoo e te consagro...e, ainda outros que vão dizer que os instrumentos não são necessários......e, eu concordo com eles também, apenas penso que somos feito de matéria, que estamos aqui e agora, e que não somos assim tão perfeitos para que tudo possa ser feito em termos de astral, tudo no mental.

Também sei que não adianta fazer 502 rituais, ter todos os instrumentos e mais alguns e tantos, andar por aí com tantos pentagramas que o pescoço possa carregar e não trabalhar com nosso crescimento e auxiliar no crescimento de outros....só volto a dizer somos matéria e precisamos de foco. Normalmente em nosso dia a dia fazemos muitas coisas erradas, baixamos nossa vibração de todas as maneiras possíveis....há que se dar transmutações, e eu me utilizo dos momentos em que ritualizo para me centrar nas transmutações. Ritualizo simples, singelo, mas com todo meu coração...normalmente, quando paro e me isolo para fazer um ritual desses eu acabo ficando muito mais tempo, porque me vem a cabeça pessoas suas dificuldades e então, me ponho a orar por elas, entoo mantras visualizando suas curas, envio reiki....literalmente entro em outro mundo, o mundo da magia pura, o mundo da paz, da luz, me sinto muito bem ali...normalmente me chegam inspirações e esclarecimentos que no meu dia a dia corrido deveria acessar, mas que não me foi possível, devido as turbulências da vida profana.

É verdade que procuro a magia da vida o maior tempo possível, nas pequenas coisas, porque sei que é assim que se vive, mas negar que vivemos em um mundo real, profano, promíscuo, com atmosfera densa e insalubre, é pura ingenuidade. Negar o negativo, não nos faz crescer e nem tão pouco nos afasta dele, se não se tem contra o que lutar, para que então precisamos dos instrumentos mágicos, para brincar de maguinho?

É muito lindo ter uma espada do tamanho de um elefante, mas fazer o que com ela, levar para os rituais e ficar bradando ela no ar, fazendo encenação...bem o ritual fica bonito, fica pomposo...e daí? Existe uma duplicidade etérea dessa espada? Ela acessa no mundo do outro lado? Ela irá realmente te defender atuando nos inimigos de lá para tua proteção e segurança?

Algumas vez alguém aí já sonhou que estava sendo perseguido por bandidos, correndo feito doidos...então se sabe, no subconsciente, que todo mocinho tem que ter uma arma para atirar nos bandidos, então tu sacas a arma, ela está em tua mão, mas quando realmente vais atirar, olhas e vês apenas teus dedos apontando para o bandido....às vezes a gente acorda aí, às vezes a gente leva o tiro, e depois acorda...ou então, o sonho pula para outro, sem que haja continuação. De qualquer forma a mensagem é clara, temos que nos defender de algo ou alguém, existe uma coisa a querer nos fazer mal, pior que muitas vezes somos nós mesmos o nosso algoz, e nem se quer suspeitamos.

Ter instrumentos mágicos é legal, ritualizar com eles, mais ainda, mas saber utilizá-los corretamente, e principalmente para auxiliar na nossa auto-transformação, de forma que nós mesmos tenhamos em nós as características de nossos instrumentos é melhor ainda....se conseguirmos chegar aí, sem que eles existam no plano material, conforme mensagem do Peregrino, melhor ainda........isso é uma linda meta a ser atingida, uma meta que deriva de muito aprendizado, muito conhecimento, e a aplicação deste com muita sabedoria, ainda penso que isso é para poucas pessoas, porque se assim não fosse, a densidade de nosso planeta já estaria mais rarefeita, a humanidade, estaria mais próxima do que se costuma pensar sobre o que é um ser HUMANO. Isso tudo sem falar nas formas distorcidas de praticar magia, de se praticar a religiosidade, seja lá em que religião for.

Ser positivo é uma coisa, ter ilusão, mergulhar num véu de maya e ficar sentindo-se borbeletas diáfanas exuberantes, desconectadas com o que está a volta, é outra bem diferente.

Ser luz, sentir-se iluminada, manter esse padrão, e mais iluminar, é real. Dizer-se iluminada, mergulhada em luz, sem fazer com que ela se espraia e penetre trevas....não é luz, é purpurina, é brilho ilusório. Se assim não fosse, nossos queridos alquimistas herméticos não falariam do ouro de tolo, o falso ouro....e isso é o que mais tem por aí.

Bençãos Plenas meus queridos...saibam que pouco sei, mas o que sei, deixei entrar no meu coração, após ser decodificado pela razão, e lá em meu coração tenho vocês, então, o que possuo também é de vocês.
 
Luma Elora Aislin...faz tanto tempo que escrevi que nem sei mais.....