Luma Elora Aislin

Luma Elora Aislin
Sabá de Ostara

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Rituais xamânicos: ritual da pena...




Cerimônia da Pena


As penas nos conectam com as forças do ar e com o espírito.

Elas chamam os espíritos do ar para brincar.

Colocam tudo em movimento em nossas vidas, movem energias estagnadas, purificam, bem como harmonizam nosso corpo energético.


Muitos acreditam que os espíritos se fazem notar ao assumir a forma de pássaros.

Muitos totens espirituais que são pássaros na verdade são espíritos do ar usando a forma de pássaros para se conectarem conosco.

Através das penas, nós podemos chamar estes espíritos do ar.

Nos aprendemos a tornar nossos desejos realidade.


Aqui esta uma cerimônia que honra estes espíritos e que vai mostrar a você como se conectar com as forças do ar usando as penas.


1 - Em um dia que não tenha vento, pegue uma pena e se sente sob uma árvore.


2 - Relaxe, inspire pelo nariz e solte lentamente pela boca. Enquanto faz isso, permita que seu corpo relaxe.


3 - Vagarosamente eleve a pena com ambas as mãos acima da cabeça.


4 - Abaixe a pena até que ela fique bem em frente a sua boca.


5 - Assopre gentilmente sobre a pena. Conforme você faz isso, mova a pena com sua mão como se ela estivesse sendo levada pelo seu sopro.



Em alguns minutos, os espíritos do ar se tornam ativos.

As folhas das árvores irão farfalhar, você pode ver algumas folhas ou poeira rodopiarem no chão e sentir uma leve brisa.

A atividade dos pássaros vai crescer ao seu redor.

Use esta cerimônia para entrar em contato com as energias que estão ligadas à medicina da pena.


Estou postando sem saber a autoria, se achar a mesma coloco aqui.


Luma Elora Aislin

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Beltane!!!!




Recebi essa mensagem durante o sabá

esse ano celebrei exatamente no dia 31.

Aqui no sul, rodo Beltane.... e não Samhain,

então, a gota de sabedoria passada

nessa noite mágica

onde Deus e Deusa se enlaçam

foi de que antes de tudo e mais nada

devemos ser gratos,

o sentimento de gratidão é a principal chave

para que se abram portas.....

ser grato não significa ser resignado

e deixar de ter atitudes

ser grato significa "ver" as bençãos que temos

antes e na frente de perceber as nossas necessidades

se tens apenas arroz e feijão para comer

e queres arroz com galinha

nada te impede de ter o desejo de ter

e de lutar para obter

a satisfação do desejo....

mas antes porém aprenda a honrar

e ser grata ao arroz com feijão

que te mantém viva.......


Que abençoados sejam em amor e luz


bjusssssssssssssssssssssss


Luma Elora Aislin

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Poema presente de Damra.



Damra....

uma flor de raro perfume
uma guerreira com cocar de exuberantes penas
uma pedra preciosa de rara beleza
uma cachoeira refrescante
uma onda de mar azul
uma folha de outono que levemente pousa em meus pés
uma árvore que cresce olhando o sol
uma estrela lá no céu infinito
uma nuvem amiga que refresca a tarde quente
um embalo de rede para o cansaço
um aconchegante poncho quando rasga o minuano
um chá quente e reconfortante quando o frio invade a alma


Damra...

é quando se acende a lareira
quando mergulhamos na água refrescante
quando ganhamos uma rosa perfumada
uma caixa de bombons
é igual tomar sorvete de cereja com nozes
quando se aproxima a tempestade e deixa tudo suspenso
é a carícia da brisa fresca
e aquelas rejadas de vento que limpam a aura
tão cristalina
tão forte
tão delicada
tão aguerrida
é sábia
é simples
é doce
é enérgica
é puro movimento
e é o descanso do meu coração


Damra faz das palavras
e das ações doses massiças
de grandioso remédio
que acalmam e suavisam dores e feridas....
é um doar-se
de carinho e atenção
faz ela uma oração
e em algum desses oásis onde habitam os Deuses
ressoa o desejo bem fazejo
de quem é bruxa fada
mas o melhor de tudo isso junto

é que Damra é.....
a alma irmã do meu coração
e sentimentos como solidão
jamais ao meu lado caminharão
pelo simples fato de sua abençoada presença.....


À ti minha querida amiga, irmã
meu eterno agradecer.....
bjusssssssss
abraços e risadas....
terão lágrimas também
que venham com emoção
porque tua companhia
vale cada precioso sentimento....


Luma Elora Aislin





E aqui começa o Poema
que recebi de Damra
em momento de profunda dor.....

Vês como é fácil?

Pegaste em mim ao colo!

Sim, isso mesmo!

Não pegaste num papel que voará,

Nem nas letras que vão viajar com ele,

O vento vai soprar e o papel com ele irá

Mas em ti fico eu…

Fico na tua forma de me sentir

Quando pegaste em mim.

Nas expressões, nos sorrisos,

No carinho que dedico,

No que ouves e falas,

Mesmo em silencio, enquanto me lês.

Sou uma gota de água

Entre tantas cores que te compõem,

Sei que em ti nascem verdades,

Multiplicam-se valores,

Em poucos gestos de amizade

Restauras-me de entre dores.

Sou feliz enquanto te souber fazer sorrir.

Nasce em mim um manancial

Se o teu abraço em mim residir.

E a vida é rosa com espinhos,

Mas a amiga é o perfume inesgotável

Que repara feridas,

Dá razão a uma lágrima que caiu,

Para dela brotar uma alegria.

É assim que quero estar

Em teu colo e tu no meu

Como uma folha de papel, sem pesar,

Como a palavra certa que nos preencheu.



Sónia Bettencourt

sábado, 11 de setembro de 2010

Escrevinhando sobre poder.




....e finalmente

uma bruxa que perdeu o poder...

também...também eu...

em momentos inúmeros me senti assim

sem poder...nada....

dilacerada e pelada de tudo.....

esquece minha flor

nos sentimos assim porque

acabamos nesses tempos de hoje

incorporando a noção errada

e transfigurada da palavra e da ação poder

poder para nós não é o poder do mundo

o poder que sabemos ter

por nós mesmo é confundido com o que está aí

é mais forte....

é o que se apresenta

e nos sentimos as últimas das últimas

e em cacos...

é só porque esquecemos...

que o verdadeiro poder

é tendo o poder do que chamam de poder

e abrir mão dele...

soprar como pluminhas

simplesmente porque esse poder não nos interessa

e ficamos moídas de verdade

quando deixamos a maré da vida

nos empurrar rumo a esse poder

aí mora o perigo...

as brumas ficam densas

e o que realmente importa

não fala mais conosco

não porque deixa de falar

mas porque deixamos de escutar......


Luma Elora Aislin

Fragmentos de escrevinhados....




....lá atrás eu ia colocar algo assim

até bem pouco tempo...

ter a certeza da missão cumprida

de ver em volta e não ter do que se arrepender..

e então...num passe de mágica...tudo ruir.....

ao invés do esperado pela colheita

vem a secura e um estado de fracasso total...

em que nada há...

ou melhor antes não houvesse o nada....

o que há é que assusta.....

certezas eu as tinha

arrependimentos não os tinha

frutos...eu os via...

tinha a sensação de ter construído algo

tinha a plenitude da obra feita...

para um belo dia...

ver como um castelo de areia

desmorona antes as ondas.....

eu não vi que era areia

eu pensava estar construindo um tijolo forte

eu não vi que estava na beira do mar....

eu pensava estar na planice verdejante.....

eu ainda não tinha percebido que o cenário

era pré determinado.......

e era outro...

foi tão só um erro de percepção....
Luma Elora Aislin

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Conversando sobre a vassoura.



Como a Bruxa Ganhou a Vassoura
A imagem tão familiar hoje em dia de uma bruxa estava atravessando os céus noturnos em uma vassoura fez sua primeira aparição pública numa ilustração do século XV, no manuscrito Le Champion des Dames (O Campeão das Damas), do escritor suíço Martin Le Franc. Porém, as conotações mágicas das vassouras são muito mais antigas do que este desenho. Há muito as vassouras têm sido associadas à magia feminina e a mulheres poderosas. A certa altura transformaram-se no equivalente feminino do cajado mágico usado por Moisés para abrir o mar Vermelho.
Parteiras sagradas da antiga Roma varriam as soleiras das casas das parturientes, acreditando que assim espantariam os maus espíritos, afastando-os das mães e de seus bebês. Desde então, as vassouras foram revestidas de um poder simbólico para questões mundanas e grandiosas. Até bem recentemente, em certas regiões da Inglaterra, as mulheres deixavam suas vassouras do lado de fora ao ausentarem-se de casa. Alguns estudiosos supõem que a idéia por trás dessa prática era deixar um símbolo da dona-de-casa, para salvaguardar o lar. No país de Gales e entre os ciganos, a tradição determinava que, para selar os casamentos, os noivos deviam pular uma vassoura colocada na entrada da nova casa (Casais de feiticeiros modernos saltam sobre a vassoura como parte da cerimônia de casamento Wicca, chamado pacto).
Como símbolo de um passado pagão, a vassoura despertou hostilidade particular entre os cristãos caçadores de bruxas. Mas, contrariando a crença popular, poucas das confissões forjadas durante os julgamentos das bruxas mencionavam vassouras. Uma exceção é o relato de Claudine Boban, uma garota quem em 1598 revelou que "ambas, sua mãe e ela, haviam montado em uma vassoura de gravetos e voado pela chaminé, atravessando os ares rumo ao sabá" Embora os acusadores costumassem enfiar idéias nas cabeças de suas vítimas, a imagem da vassoura voadora não era comumente adotada nos tribunais. Contudo, esse conceito permaneceu e é agora um ícone inseparável da bruxa.
(desconheço a autoria da pesquisa).

Um belo poema...


Esperança do Amanhecer


Filha dos sonhos,
Corra abra a porta
Do velho carvalho.
Escute os seus segredos.
O poente se aproxima.
A vida se encaminha.
A felicidade está viva.
Dance até cair à última folha.
Pegue o galho dourado
E atravesse o portal.
Corra, o tempo voa,
Os Deuses estão aqui.
Pegue o galho prateado
E atravesse o portal.
A luz brilha sobre vocês.
Não desista, a barca lhe espera.
As sementes novamente germinam
E os séculos despertaram o Rei.
Corra e abrace o seu sonho.
Toque o seu coração.
A tua mão o alcança.
Traga-o de volta.
Filhos da Arte e do amor.
A Senhora não mente
E aqui se faz presente.
Acredite na força da magia.
Abençoados sejam!
Rowena Arnehoy Seneween ®