A cor AMARELA ou DOURADA, desperta novas esperanças no caso de resignação de doentes que desistiram da cura. Dá vivacidade, alegria, desprendimento, leveza. Produz desinibição, brilho, espirituosidade e espiritualidade. Diminui a ansiedade e as preocupações; fortalece os olhos e os ouvidos além de ajudar na cura da artrite. Atrai dinheiro e poder. Atrai pessoas alegres para a sua vida, rejuvenesce e traz charme; constrói confiança, dá poder de persuasão, energia e inteligência. Traz luz para a solução de problemas, ajuda a reter conhecimentos e desenvolver a sabedoria. Usada em excesso, torna a pessoa irresponsável e volúvel. O Amarelo simboliza: criatividade, as idéias, o conhecimento, alegria, juventude e nobreza. .O Dourado simboliza: vibração elevada, vigor , inteligência superior e nobreza. Melhor usado aos Domingos.
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sexta-feira, 13 de junho de 2014
Amarelo, texto V.
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Amarelo, texto IV.
Amarelo é uma cor muito relacionada com nossa auto estima. Quando nos valorizamos e estamos em paz conosco, esse é um sentimento contagiante. Você já notou como algumas pessoas entram em um recinto e fica nítida sua confiança? São como um Sol, que se expande e contagia todos ao redor. A cor amarela é a cor do Chacra do Plexo Solar, que representa atributos como a confiança e a liderança intelectual.
Características Gerais:
A cor amarela está relacionada com nossa energia intelectual e a sabedoria. Também gera otimismo, coragem e abundância, como resultado de uma auto-valorização saudável. Por estar ligada à nossa energia intelectual, também regula memória e concentração. É uma cor que auxilia em períodos de mudança, como um novo emprego, por exemplo.
Efeitos Espirituais:
Regula nosso poder pessoal, força, auto estima e valorização próprias, coragem e transformação.
Efeitos Físicos:
O amarelo estimula os sistemas nervosos central e autônomo, também vitaliza os neurônios cerebrais favorecendo o raciocínio e a memória. Acalma o estômago e o sistema digestivo. Também tem efeito em eczemas e problemas de pele. Favorece a defesa imunológica do organismo.
Atributos da Cor:
Sabedoria
Auto Estima
Entusiasmo
Otimismo
Auto Valorização
Intelecto
Memória
Amarelo e o Reiki:
Relacionado ao Chacra do Plexo Solar.
Pedras Amarelas: Topázio, Quartzo rutilado, Citrino, Calcita Amarela, Fluorita Amarela, Turmalina Amarela, Olho de Tigre.
Excesso de Amarelo:
O excesso de amarelo pode atrapalhar nossa capacidade de focar e organização (terminar uma tarefa por vez). Também irá acentuar demasiadamente nosso senso de criticismo e teimosia, além de favorecer o workaholic (vício em trabalho).
Cor Complementar:
A cor complementar do Amarelo é o Violeta. Se você notar que tem em excesso as características da cor amarela, você pode utilizar sua cor complementar.
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Amarelo, texto III.
Amarelo é uma palavra que se origina do baixo-Latim hispânico amarellus, diminutivo do Latim amarus, “amargo”. O amarelo-dourado é a cor da bile antes de se oxidar e esverdear, sendo seu gosto extremamente amargo. Bastante estranho para uma cor símbolo da alegria.
O amarelo é uma cor que desperta, que expressa leveza, descontração, otimismo. Simboliza criatividade, jovialidade e alegria.
O amarelo também transmite calor, ilumina e descontrai. Como é a cor base do dourado, simboliza opulência e prosperidade. É também uma cor que carrega grande energia. A parte mais quente do fogo é o segmento amarelado da chama. Transmite otimismo e está associada ao verão e ao calor.
O amarelo desperta novas esperanças para quem está em busca da cura. Contribui com vivacidade, alegria, desprendimento, leveza. Produz desinibição, brilho e espirituosidade. Mas é preciso tomar cuidado com os excessos porque o amarelo pode excitar a ansiedade e aguçar as preocupações. Usada em excesso, torna a pessoa irresponsável e volúvel.
Atrai pessoas alegres para a sua vida, rejuvenesce e traz charme; constrói confiança, dá poder de persuasão, energia e inteligência. Traz luz para a solução de problemas. O amarelo simboliza criatividade, idéias, conhecimento, alegria, juventude.
É a cor do sol, trazendo luz para as situações difíceis, ativando o intelecto, a comunicação, a harmonia do todo. Pode ser utilizado em áreas de acesso para salões sociais. Gera a impressão de calor e por isso é recomendado para climas frios.
O amarelo é a cor luminosa por excelência. Atrai a atenção seja sozinho ou em conjunto com outras cores. É feliz, vibrante, vivo.
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Amarelo, texto II.
O significado do amarelo
O amarelo é uma cor que contribui para a felicidade. É uma cor brilhante, alegre, que simboliza o luxo - é como estar em festa a cada dia.
Associa-se com a parte intelectual da mente e a expressão de nossos pensamentos.
É portanto, o poder de discernir e discriminar, a memória e as idéias claras, o poder de decisão e capacidade de julgar.
Também nos ajuda a organizar-nos, a assimilar as idéias inovadoras, e contribui para a habilidade de ver e compreender os diferentes pontos de vista.
Pelo lado negativo, esta cor pode contribui para o medo ou temor a certas coisas.
O amarelo está associado com os signos de Gêmeos, Leão (amarelo escuro), Touro (amarelo e ocre) e Virgem.
Palavras chaves da cor amarela: felicidade, alegria, inteligência, inovação, energia, sol, fortaleza, poder.
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O Amarelo, texto I.
O que significa a Cor Amarela:
A cor amarela significa luz, calor, descontração, otimismo e alegria. O amarelo simboliza o sol, o verão, a prosperidade e a felicidade. É uma cor inspiradora e que desperta a criatividade. Estimula as atividades mentais e o raciocínio.
O pintor holandês Vincent Van Gogh explorou em suas obras as tonalidades da cor amarela de forma muito intensa.
Um ambiente pintado de amarelo traz mais calor e iluminação. É ideal para dar a sensação de calor em ambientes frios e escuros. Também proporciona concentração e atenção, por isso, é recomendável para escritórios e salas de estudo. Em excesso, pode provocar distração e ansiedade.
Nos semáforos, a cor amarela recomenda alerta e atenção.
O amarelo é a cor dos signos de Gêmeos, Touro e Virgem. O signo de Leão está associado ao amarelo-ouro.
A cor amarelo-ouro (dourado) representa a riqueza, o dinheiro e o ouro. Está associada à nobreza, à inteligência e ao luxo.
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Dando seguimento as cores, o Amarelo.
Dizem as más e boas línguas que coisas que ficam muito tempo paradas enferrujam, meu blog já está mostrando sinais de emperrado, rsrsrsr e o estudo das cores mais ainda, então dando seguimento ao assunto cromoterapia seguirei com os textos sobre as cores, iniciando hoje com o amarelo, linda, alegre, solar e bem brasileira...hummmmm
Como sempre farei um apanhado de vários textos encontrados a fim de concentrar o maior número de informação possível, dessa forma, boas e salutares leituras amarelas para quem aqui chegar.
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quarta-feira, 26 de junho de 2013
Mandalas...símbolos e números.
Significado esotérico dos símbolos nas mandalas.
Ao analisar algumas Mandalas Artesanais, é possível verificar a presença de muitos símbolos conhecidos e que juntos criam uma vibração própria, mas que, individualmente estão inseridos em uma simbologia universal.
A seguir, a simbologia esotérica de algumas formas muito utilizadas:
Círculo:
Arquétipo da totalidade e da eternidade. Representa a perfeição divina e perpetuidade de Deus. O círculo ou disco é emblema de tipo solar. Junto à roda e à esfera, simboliza também o dinamismo psíquico, o mundo manifestado, a unidade interna da matéria, tudo que é preciso e regular; a harmonia universal. Simples: o infinito, o universo, a totalidade; com ponto no cento: a primeira manifestação do princípio criativo divino; dividido (por uma reta horizontal): a primeira divisão do Princípio Divino em duas polaridades opostas e complementares (masculina e feminina); com cruz no interior: o momento da criação, quando o princípio masculino impregna o feminino; com triângulo no interior: o princípio espiritual ou ternário dentro da totalidade; com quadrado no interior: o princípio material ou quaternário dentro da totalidade.
Coração:
Um dos mais importantes e universais símbolos esotéricos. Verdadeira sede da inteligência, já que a ele corresponde o cálido e luminoso Sol (ao cérebro corresponde a luz fria e refletida da Lua). Por outro lado, a importância do amor, na mística, reside no fato de que ele se expressa por meio do coração. Amar é acionar a força de um centro (o coração), o qual estimula e impulsiona os outros centros. Dessa forma, o coração é o símbolo magno do amor, iluminação espiritual e felicidade.
Cruz:
Em todas as culturas, seu significado arquetípico é o da união dos opostos: o eixo vertical (masculino) e o eixo horizontal (feminino). No cristianismo, é o emblema máximo. Para a teosofia, traz a ideia do homem regenerado, aquele que conseguiu integrar harmoniosamente suas duas partes e que, “crucificado” como mortal, renasce como imortal. Na simbologia rosa-cruz, evoca os quaro reinos da natureza. Como símbolo da “Árvore da Vida”, representa o “eixo do mundo”: a ponte ou escada através da qual a alma pode chegar a Deus.
Espiral;
Um dos mais importantes símbolos universais, a espiral representa o arquétipo do cosmos, e simboliza o processo evolutivo do universo. No sistema hieroglífico egípcio, a espiral denota as formas cósmicas em movimento, ou a relação entre a unidade e a multiplicidade, entre o centro e o círculo.
Pentagrama:
Símbolo de Vênus, rege o feminino. (Observando o céu e anotando a posição da “Estrela Matutina” durante 8 anos, o traçado do chamado “período sinódico” de Vênus forma um Pentagrama [período sinódico é o tempo que um planeta leva para retornar a uma mesma posição em relação ao sol por um observador na Terra – observe o desenho ao lado]).
Também é símbolo do microcosmo, revelando a sua analogia e identidade com o universo ou macrocosmo. Suas cinco pontas representam: a superior, a cabeça, as laterais, os dois braços; as inferiores, as duas pernas. Esta é uma postura que procura refletir, em termos de estado de consciência, um equilíbrio ativo e a capacidade de compreensão que deve possuir cada homem para transformar a si mesmo num centro irradiante de vida “como uma estrela no firmamento”. Esta figura geométrica pentagonal representa também um cânone estético arquetipo denominado “divina proporção”. Como fonte de luz e inspiração celestial, a estrela de cinco pontas é considerada, esotericamente, emblema do princípio inspirador do bem, do verdadeiro e do belo, tanto no mundo como no homem.
Flor:
Em muitas escolas esotéricas a flor simboliza a fugacidade das coisas, a beleza e a primavera. No Oriente, pela sua forma mais comum, a flor representa também os “centros energéticos espirituais”, os chacras. O conceito da “flor de ouro”, na mística chinesa, é um símbolo transcendental taoísta que alude à vitória espiritual.
Labirinto:
O centro do labirinto representa a consciência superior, a realidade absoluta, a imortalidade, a divindade; os caminhos tortuosos que vedam quase completamente o seu acesso simbolizam as provas e dificuldades pelas quais deve passar todo aquele que pretende chegar até o “centro de si mesmo”, ou seja, a consciência superior. O simbolismo do labirinto está ligado ao simbolismo da espiral. Nesse sentido, o centro, ou ponto inicial interno da espiral, representa o princípio único, imóvel. As curvas da espiral simbolizam o universo manifestado em constante movimento.
Hexagrama:
Símbolo universal do espírito. Esotericamente, a aparição de uma estrela simboliza o aparecimento de uma possibilidade de realização espiritual.
Números:
O número de ordem pelo qual o mundo existe. O número implica forma, som e vibração, e subjaz na raiz do universo manifestado. Junto com as proporções harmônicas, dirige as primeiras diferenciações da substância homogênea em elementos heterogêneos e põe limite à mão formativa da natureza. Os números representam “idéias-forças”, cada um com forma, sentido, individualidade e caráter próprios, e a numerologia (ciência dos números) contém a chave de todo o sistema esotérico. Esta chave é aplicável a todo o universo, tanto às hierarquias criadoras como ao homem e ao mundo.
O significado simbólico dos números está ligado à seqüência numérica:
Zero – a eternidade, o “não ser”; oposto e reflexo da unidade, representa tudo que existe em estado latente e potencial.
Um – o princípio ativo, o Sol ou a primeira manifestação da energia criadora. Representa também a unidade espiritual.
Dois – o pólo feminino (a Divina Mãe) em contraste com o número um (o Divino Pai).
Três – a síntese espiritual, representando a tríade divina no processo de sua manifestação.
Quatro – símbolo da terra, da situação humana, dos quatro elementos da natureza, das quatro estações do ano e dos quatro pontos cardeais.
Cinco – o número do homem, o quinto elemento agindo sobre os quatro elementos da matéria.
Seis – o equilíbrio, a união do espírito e da matéria; a união dos triângulos positivo e negativo, formando a estrela de seis pontas.
Sete – o número da ordem perfeita, resultado da união do ternário (espiritual) e do quaternário (material).
Oito – símbolo do Logos ou do poder criativo universal e do equilíbrio dinâmico entre as duas forças opostas (masculina e feminina).
Nove – o número simbólico da humanidade e o número-raiz do presente estado de evolução humana.
Dez – o retorno à unidade e, ao mesmo tempo, a união final e o recomeço. É a totalidade do universo.
Onze – símbolo da transição, de excesso e de perigo.
Doze – símbolo da ordem cósmica e da salvação.
Treze – morte e renascimento, mudança e retomada após o final.
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terça-feira, 25 de junho de 2013
Sobre Mandalas.
Você já deve ter desenhado muitas mandalas.
Quantas vezes não rabiscamos figuras circulares enquanto falamos ao telefone ou participamos de uma reunião?
Não é por acaso.
As mandalas são imagens universais,
gravadas no inconsciente de todos nós.
O psicólogo Carl G. Jung chamou essas imagens de arquétipos,
porque são tão antigas quantos as almas dos homens.
Basta olhar ao redor para ver que a Natureza está cheia de mandalas. Um girassol, um olho ou uma estrela, por exemplo.
Mandala, a palavra quer dizer:
Círculo em sânscrito!
O círculo é a forma perfeita.
E as mandalas são circunferências, algumas muito simples,
outras com motivos primorosamente desenhados.
Dentro delas existe um centro de onde tudo parte ou para onde tudo converge.
O círculo expressa a totalidade do universo e da alma humana.
O centro é o espaço de Deus ou o âmago da psique,
que o psicólogo Carl G. Jung chamou Self.
Um dos Maiores estudiosos da história mundial, Carl Gustav Jung, dedicou boa parte do seu trabalho ao simbolismo da Mandala, lançando inclusive um livro de mesmo nome. Pai da Psicologia Analítica, Jung investigou a fundo a influência das coisas nos seres a ponto de descobrir-se sob a influência do Insconsciente Coletivo.
A expressão mandala provém de uma palavra da língua sânscrita, falada na Índia antiga, e significa, literalmente, um círculo, ainda que também (como composto de manda = essência e la = conteúdo) seja entendida como “o que contém a essência” ou “ a esfera da essência” ou ainda “o círculo da essência”. Refere-se a uma figura geométrica em que o círculo está circunscrito em um quadro ou o quadrado em um círculo. Essa figura possui ainda subdivisões, mais ou menos regulares, dividida por quatro ou múltiplos de quatro. Parece irradiada do centro ou se move para dentro dele, dependendo da perspectiva do indivíduo. É utilizada de modo esquemático e, ao mesmo tempo, pode ser entendida em certas tradições religiosas como um resumo da manifestação espacial do divino, uma “imagem do Mundo”. C. G. Jung assim se expressa sobre a mandala: “A palavra sânscrita mandala significa “círculo” no sentido habitual da palavra. No âmbito dos costumes religiosos e da Psicologia, designa imagens circulares que são desenhadas, pintadas, configuradas plasticamente, ou danças”
Vários autores, entre eles Jung, Chevalier e Gheerbrant, Samuels, Shorter e Plaut, oferecem-nos auxílio para a compreensão da conceituação da mandala, que pode ser compreendida como círculo mágico, símbolo do centro, da meta e do si-mesmo, enquanto totalidade psíquica, de centralização da personalidade e produção de um centro novo nela. Nesse sentido, Chevalier e Gheerbrant explicitam que a mandala é, concomitantemente, a imagem e o motor da ascensão espiritual, que procede de uma interiorização cada vez mais elevada da vida. É ainda através de uma concentração progressiva do múltiplo no uno que o eu pode ser integrado no todo e o todo reintegrado no eu. C. G. Jung recorre à imagem da mandala para designar uma representação simbólica da psique, cuja essência nos é desconhecida. Observou que essas imagens são utilizadas para consolidar o mundo interior e para favorecer a meditação em profundidade.Entre as representações do Self, quase sempre encontramos a imagem dos quatro cantos do Mundo, com um centro de um círculo dividido em quatro. Jung usou a palavra hindu mandala círculo mágico) para designar esse tipo de estrutura, que pode ser compreendida como uma representação simbólica do átomo nuclear da pisque humana.
Mandalas na visão da Psicologia Analítica:
As mandalas foram conhecidas no mundo ocidental, cristão, somente em época recente, graças ao interesse pela tradição religiosa-espiritual e esotérica sobre o mundo oriental. As pesquisas de Jung sobre o simbolismo das mandalas contribuíram para torná-las acessíveis ao público ocidental. Foi quando se identificou uma relação entre o material espontâneo dos sonhos dos indivíduos que atravessavam crises interiores e os estranhos símbolos encontrados nos desenhos mandálicos.
O tema mandala é observado nas obras básicas e complementares de Jung (1875-1961). Nesse sentido, o fundador da psicologia analítica recorreu à imagem da mandala para designar uma representação simbólica da psique.
Chevalier e Gheerbrant observam que o pesquisador suíço e seus discípulos verificaram que as imagens são utilizadas para consolidar o ser interior ou para favorecer a meditação em profundidade. Explicam que a contemplação de uma mandala pode inspirar a serenidade e ajudar a reencontrar um sentido e ordem na vida. Verificaram que a mandala
produz o mesmo efeito quando aparece espontaneamente nos sonhos do homem contemporâneo que ignora essas tradições religiosas orientais. Explicaram os autores mencionados, ainda, que as formas redondas das mandalas simbolizam, de maneira geral, a integridade natural, enquanto a forma quadrada representa a tomada de consciência dessa integridade. Em sonhos, o disco quadrado e a mesa redonda podem se encontrar, anunciando uma tomada de consciência iminente do centro. Jung verifica que a mandala possui dupla eficácia: conservar a ordem psíquica, se ela já existe; ou restabelecê-la, se ela desapareceu. Neste último caso, exerce uma função estimulante e criadora.
Diz Jung:
” [...] as mandalas não provêm dos sonhos, mas da imaginação ativa [...] As mandalas melhores e mais significativas são encontradas no âmbito do budismo tibetano [...] Uma mandala deste tipo é assim chamado “yantra”, de uso ritual, instrumento de contemplação. Ela ajuda a concentração, diminuindo o campo psíquico circular da visão, restringindo-o até o centro.”
“Este centro não pensando como sendo o “eu”, mas se assim se pode dizer, como o “si mesmo”. Embora o centro represente, por um lado, um ponto mais interior, a ele pertence também, por outro lado, uma
periferia ou área circundante, que contém tudo quanto pertence a si mesmo, isto é, os pares de opostos, que constituem o todo da personalidade.”
E é nesse contexto que Jung, na obra citada, verifica que o centro, primeiramente, pertence à consciência, depois, ao assim chamado inconsciente pessoal e, finalmente, a um segmento de tamanho indefinido chamado inconsciente coletivo, cujos arquétipos são comuns a toda humanidade. Jung utilizou as mandalas como instrumento conceitual para analisar e assentar as bases sobre as estruturas arquetípicas da psique humana. O autor considerava que o comportamento humano se molda de acordo com duas estruturas básicas da consciência: a individual e a coletiva. A primeira se aprenderia durante a vida em particular; a segunda se herdaria de geração em geração.
Jung observou também que a mandala oferece desenhos pintados, configurações plásticas ou dançadas. De outro lado, como fenômeno psicológico, aparece de maneira espontânea em sonhos e em certos estados conflitivos e até psicóticos. A ocorrência espontânea em indivíduos permite à investigação psicológica um estudo mais aprofundado de seu sentido funcional. Jung ainda sinaliza que a mandala pode aparecer em estados de dissociação psíquica ou de desorientação. E que, quando existe um estado psíquico de desorientação, devido à irrupção de conteúdos incompreensíveis do inconsciente, observa-se tal imagem circular, a qual compensa a desordem e a perturbação do estado psíquico: “Trata-se evidentemente, de uma ‘tentativa de autocura da natureza’”.
Por isto, Moacanin explicita que Jung observou que as mandalas surgem espontaneamente quando a psique está em processo de reintegração, em seguida a momentos de desorientação psíquica, como fator compensador da desordem. Portanto, Jung entende a mandala como uma tentativa de autocura, inconsciente, a partir de um impulso instintivo, no qual o “molde rigoroso” imposto pela imagem circular com um ponto central, compensa a desordem do estado psíquico. Conclui o autor que a mandala é um arquétipo da ordem, da integração e da plenitude psíquica, surgindo como esforço natural de autocura.
Dentre os arquétipos, o mais importante é justamente aquele que Jung chamou de Self ou Si-Mesmo. O Self expressa a totalidade do homem e aparece sob diferentes aspectos, um dos quais é a mandala. Como vimos em outros artigos, a mandala é utilizada pelos orientais como um meio para favorecer a meditação profunda, a fim de alcançar a paz interior.
A propósito, recordamos, como se indicou anteriormente, que Jung adotou a expressão sânscrita mandala para descrever desenhos circulares que fazia com seus pacientes, associando a mandala com o Self, o centro da personalidade como um todo. Neste contexto, Fincher afirma que Jung, em suas pesquisas, mostrava o impulso natural para vivenciar o potencial humano e realizar o padrão da personalidade genuína. Por essa razão, Jung chamava esse impulso natural de “individuação”.
Na procura de uma relação entre as mandalas do mundo oriental com o ocidental, Von Franz afirma:
” O círculo (ou esfera) como um símbolo do “Self” expressa a totalidade da psique em todos os seus aspectos, incluindo o relacionamento entre o homem e a natureza [...] ele indica sempre o mais importante aspecto da vida: sua extrema e integral totalidade.”
Nesse sentido, entre as duas culturas, oriental e ocidental, o círculo de quatro ou mais raios corresponde a um padrão no mundo oriental, ligado a imagens religiosas que servem de instrumento e meditação: círculos abstratos que também representam o esclarecimento, a iluminação e a perfeição humana, e, de outro lado, no mundo ocidental, as mandalas aparecem como rosáceas das catedrais cristãs, e relacionadas, psicologicamente, ao Self como a totalidade, na psicologia analítica.
Tem-se ainda exemplos de mandalas como padrões da totalidade, encontrados, inclusive, na própria natureza, como testemunho de que realmente existe uma unidade que se manifesta em simples relações proporcionais. Essas relações de proporções criam diversos padrões de totalidade fornecendo forma tangível à ordem intangível. Os exemplos na natureza são marcantes, ou seja, pode-se observar o padrão de mandala no caule de uma flor, como a papoula, quando aumentamos sua imagem mil vezes, ou nas dicotamáceas, quando as aumentam quatrocentas e cinqüenta vezes, e o padrão de mandala se repete no caule de um lírio, com aumento de cento e vinte vezes. Esse padrão de mandala pode, inclusive, ser visto de forma nítida quando criado em um líquido por vibrações harmônicas.
Pode-se afirmar que “as mandalas se encontram igualmente na raiz de todas as culturas e estão presentes em
todo ser humano como padrão arquetípico de comportamento”.
Jung, estudando as mandalas e sua manifestação no mundo oriental como instrumento de culto e de meditação, passou a desenhá-las. Observando-as no mundo ocidental, descobriu o efeito de autocura que elas exerciam, inclusive em si mesmo.
Em seguida, passou a utilizá-las como método psicoterapêutico. E conclui que esses círculos mágicos da tradição cultural oriental, hinduísta ou budista, eram representações instintivas de um símbolo universal desenhadas desde os primórdios da humanidade.
Concluindo, a mandala, nas tradições culturais hinduísta e budista-tibetana, aparece como instrumento de concentração mental. O termo mandala, em sânscrito, indica “círculo” e ocorre para designar, de maneira genérica, uma figura circular, esférica, o círculo em um quadrado e vice-versa. Foi Jung que introduziu o conceito de mandala na psicologia analítica como imagens representantes do Si-mesmo, em outras palavras, reconheceu que esses desenhos eram representações simbólicas da totalidade da psique. Jung interpretou como uma expressão da psique e, em particular do Self. As mandalas podem aparecer em sonhos ou em pinturas durante a análise junguiana, ocorrendo mais provavelmente em estados de dissociação psíquica ou de desorientação.
Portanto, as mandalas podem expressar um potencial para a totalidade, como procede nas tradições religiosas hinduísta e budista-tibetana, podem ser empregadas como instrumento de concentração e como um meio para unir a consciência individual com o centro da personalidade. Elas também podem funcionar como proteção para indivíduos que estão fragmentados, em que a ordem rigorosa da imagem circular compensa a desordem e a perturbação do estado psíquico.
Texto baseado no artigo de Monasila Dibo: “Mandala: um estudo na obra de C G Jung
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quarta-feira, 24 de abril de 2013
Um pouco mais vermelho....
O que é Cor Vermelha:
A cor vermelha significa paixão, energia e excitação. É uma cor quente. Está associada ao poder, à guerra, ao perigo e à violência. O vermelho é a cor do elemento fogo, do sangue e do coração humano. Simboliza a chama que mantém vivo o desejo, a excitação sexual e representa os sentimentos de amor e paixão.
No contexto religioso, o vermelho é a cor da carne, do pecado, do diabo, da tentação; é a cor que provoca a paixão carnal e o desejo.
Na política, a cor vermelha está associada ao espírito revolucionário. É a cor do Comunismo e da ideologia política de esquerda.
A cor vermelha estimula o sistema nervoso, a circulação sanguínea, dá energia ao corpo e eleva a autoestima.
Um ambiente pintado de vermelho se torna vibrante, com glamour, requinte e estimula a sexualidade. Em excesso, pode provocar inquietação, nervosismo e confusões. Na sala e cozinha, o vermelho estimula o apetite e deixa o ambiente mais convidativo.
O vermelho está associado aos signos de Áries e Escorpião.
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O vermelho em ação.....
Ligado ao material, proporciona sensualidade, beleza e espontaneidade no sexo. Magnetismo pessoal e decisões nos negócios. Combates mentais e disputas, pois é a cor do guerreiro.
É a cor de Marte.
É também, a cor mais usada pelo povo cigano em suas magias.
Nos concede paixão, autoridade e vitalidade.
Nos protege de violências físicas e acidentes.
Protege também entes queridos, intervenções cirúrgicas, a cabeça e o rosto, glândulas supra-renais, a circulação sanguínea e as secreções biliar e hepática.
É localizado no chacra básico.
E é a cor de Miguel.
Em excesso, deixa as pessoas cansadas, e isso ocorre porque têm a característica de acelerar as atividades e em alguns casos torna as pessoas irritadas e autoritárias demais. Algumas tornam-se até brigonas.
ROUPAS: desperta paixão por ser muito sensual. Dá coragem, força e vontade. È um estímulo sexual, mesmo que somente usado em detalhes.
VELAS: potencializa paixão e poder sexual. Como atrai energia de Marte, faz com que rituais atinjam metas mais urgentes. Traz fertilidade, força, vitalidade e muita coragem.
Só não é bom acende-la para problemas de saúde.
Dia da semana: TERÇA-FEIRA
Fonte, internet.
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Vermelho....seguindo o estudo....
A cor Vermelha na aura:
É a cor das paixões violentas, da raiva e sensualidade. Refletem energias bastante poderosas e geradoras de vida. O vermelho indica grandes capacidades a nível mental. Afeta o sistema circulatório, bem como aparelho reprodutor. Indica ainda grandes capacidades de ordem mental. O vermelho manchado por diversos tons da mesma cor é ou pode indicar sentimentos descontrolados, agressividade e precipitação.
Efeito do uso do vermelho:
Uma cor ativa e estimulante, que transmite impulsividade, avidez, excitabilidade, impulso sexual e desejo. O vermelho favorece a força de vontade, a conquista, a vitória, a gloria e a capacidade de liderança. A sua contemplação estimula a ação a luta, a conquista. É a cor das pessoas possuidoras de magnetismo pessoal e de grande força vital psíquica ou orgânica. São pessoas dinâmicas, instáveis, empreendedoras e às vezes até violentas em casos extremos.
O vermelho é preferido por preguiçosos e deprimidos. É rejeitado por pessoas agitadas e irritáveis. Estes sintomas podem aparecer mesmo quando há carência de energia, como nos casos de cansaço extremo.
Efeitos orgânicos:
Aumenta a pulsação, a frequência cardíaca, a pressão arterial e o ritmo respiratório. Estimula a força vital, a atividade nervosa e glandular e favorece a contração da musculatura.
Indicações:
Alterações cardiovasculares não congestivas, pressão baixa, insuficiência cardíaca, anemias, fraquezas nervosas, convalescenças, impotência sexual, frigidez, tristeza, depressão, melancolia, desinteresse pela vida e pelas coisas, excesso de práticas psíquicas (ioga, meditação, etc.), doenças musculares atróficas, paralisias musculares, preguiça e doenças debilitantes de uma maneira geral.
Contra indicações:
Ira, nervosismo, neurastenia, tensão emocional excessiva, pressão alta, excitação sexual, tensão pré-menstrual, paranóias, esquizofrenias com estados de agitação, fase maníaca da psicose maníaco-depressiva, cãibras musculares, doenças do fígado e da vesícula biliar, insónia e excitabilidade exagerada.
Fonte: site fontedeluz
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Eu vermelhando....e me explicando.....
Quase inacreditável, mas eu terminei de postar tudo o que tinha sobre o vermelho na Wikipédia...conforme falei antes, no estudo quando mais alimentar nossos olhos, mais inundamos nossa mente e mais a energia do que estamos estudando nos preenche com sua energia....é o princípio da concentração....do estar mergulhado no objeto que nos interessa, assim passa a fazer parte de nós....e mais que aprender sobre uma cor, vamos entrar em contato com a energia dessa cor e poderemos então, mais que saber sobre a cor, vamos saber ler a cor e assim ela estará presente quando se fizer necessária, por intuição, ou simplesmente sairá fora, quando dela não se precisar.....a isso chamo de coisinhas de magia....por hoje fico por aqui...pelo menos por hora....vai saber se não volto....
Luma Elora Aislin.
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Com se expressa o vermelho.
Expressões e Associações:
O vermelho é fisicamente associado ao fogo (quente,
transformador, destruidor e salvador simultaneamente) da energia sexual e da
luta diária; ao coração do ser humano, que simboliza seus sentimentos mais
vivos, como amor, paixão e ira; e ao sangue. O sol, apesar de quente,
vivo e também ligado ao vermelho, é mais largamente representado pelas cores
laranja e amarelo.
Como é sabido que as expressões culturais não podem ser
literalmente traduzidas de uma língua para outra, já que possuem significados
diferentes, ainda que alguns sejam universais (como o sinal de trânsito
"pare"), não dá para dizer que o vermelho, na expressão coloquial e
comum em uma nação, signifique o mesmo em outra. Desse modo, em português,
quando se "estende o tapete vermelho" para alguém, está-se a
recebê-la com honrarias e cuidados exagerados; quando uma autoridade usa um
"telefone vermelho" está a fazer uma ligação direta a uma outra
autoridade; quando uma pessoa leva um "cartão vermelho" é porque foi
expulsa de algum lugar ou passou por um rompimento; já quando alguém "está
no vermelho" é porque sobram-lhe os defitis; e quando se fica
"vermelho de vergonha", a pessoa demonstra sua capacidade em
ruborizar-se.
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Com vermelho se pinta e borda....
Nas artes
O vermelho está presente na produção artística desde que o homem começou a pintar. Na Pré-História, achados arqueológicos mostram a utilização de ocre vermelho em pinturas de cavernas. Os artistas daqueles tempos eram chamados também de paleolíticos, como o homem e o período, e usavam dos dedos tanto para preparar a tinta, quanto para pintar. No Egito Antigo, durante o tempo compreendido entre 8000 e 5000 a .C, foi desenvolvida a chamada arte egípcia, que incluía pinturas feitas em sarcófagos, paredes e papiroos. Para isso, eram utilizadas cores naturais e sintéticas. Entre as naturais estava o vermelho, obtido também através do ocre, conhecido também pelos gregos e romanos. Os europeus, por sua vez, possuíam uma técnica de pintura em cerâmica, na qual não usavam de uma tinta vermelha, mas sim de uma preta: o fundo, natural deste material, dava a impressão do desenho ser vermelho, ao passo que os contornos eram em pigmentos negros. Destacado nesta arte foi Exéquias, considerado o maior pintor de figuras negras.
Painel em vermelho na Casa dos Vettii, uma das mais luxuosas residência de
Já no Oriente, para a obtenção da cor vermelha, chineses e japoneses usavam do zarcão, conhecido ainda como vermelho de chumbo, enquanto na América do Norte, o vermelho vinha da calcinação do ocre amarelo e de fungos das pináceas. Na América do Sul, alguns indígenas usavam o vermelho do urucum em uma espécie de arte corporal (pintada no corpo) para atrair a vivacidade da cor.
Na história do vermelho na arte, destacaram-se os pigmentos naturais. Na arte medieval, o minium (cinábrio) e a sinopia (ocre rico em hematita) já eram conhecidos dos artistas da Antiguidade Clássica sendo, inclusive, descritos por Plínio em seus escritos. Na Idade Média, a sinopia passou a designar algumas tonalidades deste ocre, encontradas em murais e pinturas de cavalete até o século XIV. Na iluminura da época, outro pigmento vermelho natural foi usado, também já conhecido na Antiga Grécia e na América do Norte: o vermelho de chumbo, que era barato, fácil de produzir e coloriu policromias escultóricas e painéis do século XII ao XV. Ainda durante este período foi descoberto outro tom de vermelho, chamado vermelhão, também natural, oriundo do sulfeto de mercúrio. Um dos exemplos deste vermelho está na obra de Giotto, chamada O Pentecoste. Nesta pintura, o vermelho do mosaico presente na arquitetura e nas roupas dos discípulos é o vermelhão.
Na produção artística árabe, o vermelho foi tinta base junto ao preto, para escrever em livros e daí influenciar a arquitetura. Foi ainda uma das cores principais usadas para colorir tapeçarias - que seguiam um esquema de formas naturais com uma beirada contendo inscrições - durante o século XIV, e cor importante nos desenhos geométricos usados durante o domínio dos mamelucos, também usados em tapetes. Um dos movimentos que destacaram o vermelho como cor em sua produção foi o fovismo, nascido em 1905. Com preferência pela apresentação e uso das cores do que pela forma e traços, o vermelho era sim o "o vermelhão vibrante dos corpos" (Matisse, 1910). Durante o período em que ficou compreendida a arte arte contemporânea, o vermelho conquistou uma nova matéria-prima: a terra vermelha, preferencialmente utilizada como material e não pigmento. Um dos artistas destacados foi o brasileiro Carlos Vergara, pioneiro no uso desta terra como parte dos processos de criação, cuja exposição nomeou Sagrado Coração, Missão de São Miguel.
Em teoria sobre a pintura, o uso das cores e suas influências, diz-se que o clima é fator importante. Como exemplo, o artista nordestino do Brasil prefere usar o vermelho (uma cor quente, viva e luminosa) ao azul, já que vive sob sol forte durante quase todo o ano. Contudo, os momentos históricos foram também grandes influenciadores, atrelados ou não aos sentimentos. No abstracionismo geométrico - influenciado pelo cubismo e pelo futurismo, por exemplo - destacou-se o pintor holandês Piet Mondrian, que usava das cores puras (vermelho, azul e amarelo) para obter a arte pura.
Como a arte reflete a vida, o vermelho também representou o sentimento vivido no período da Pop Art, no qual foi nomeou a obraLevante Racial Vermelho (1963) - cujas celebrações da fama colidiam com a violência e as guerras, como a do Vietnã.Na literatura, o livro realista o Vermelho e o Negro, do escritor francês Stendhal, é a obra que destaca a cor, representando as revoluções vividas na época e fazendo referência ao orgulho do personagem fardado. Fã do vermelho, o designer italiano Gaetano Pesce, destaca-se no uso da cor, pois gosta de brincar com o momento que denomina "frio da arte", no qual o vermelho representaria o calor. Um exemplo disso seria a linha de calçados que lançou para a marca Melissa, na qual, em meio a cores claras e sóbrias, aparece o vermelho vivo. Além das cerâmicas gregas, esculturas modernas também destacaram a cor. Anish Kapoor usou do vermelho em várias de suas produções para sugerir algo de "físico, terreno, do corpo".Ainda relacionado à produção artística, na Nova Zelândia, uma galeria de arte chama-se Red (no português Vermelho) cujo objetivo é o de expor a arte contemporânea nacional.
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