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quarta-feira, 22 de abril de 2015
Pensamentos meus.....
"Por mais incrível que possa parecer, a perfeição é fruto do desenvolvimento do coração, não da razão.....o ser perfeito provem do sentir com perfeição e jamais do raciocinar com perfeição.....uma lástima, o ser humano com seu raciocínio não aprendeu a sentir...."
Luma Elora Aislin.
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quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Construindo castelos.....
Então, em um belo dia de verão
duas crianças construiram um castelo na areia,
com torres, passagens secretas, muros...
e quase terminando, veio uma onda e destruiu
o castelo quase pronto.....
Sorrindo deram as mãos e sairam...
logo mais adiante, pararam
e começaram a fazer outro castelo....
e assim é a vida de quem tem a quem dar as mãos..
quando as mãos dadas compreendem
que o melhor da brincadeira é afinal brincar
e que tudo é como tem que ser....
Essa é uma mensagem que recebi do amigo Carlos no orkut,
está escrito com minhas palavras....
pois não foi possível colar
kkkkkkkkkkkkk
malandrinha eu né?
Mas, o que realmente importa...
é a bela mensagem
de entendimento, alegria, reconhecimento,
amizade, parceria...e principalmente
de saber viver.....
o que eu diria as crianças tendem a fazer
muito melhor que nós....
porque escolhemos perder sabedoria
e se encher de poder, controle,
dinheiro, fama, sucesso
orgulho.....disputas....sofrimentos..
olhem amigos...as ondas estão aí,
em todos os lugares, em todas as horas,
é real....o entorno é muito maior
que nossa mera presença humana
no globo terrestre.....
Bençãos dos Antigos!
Luma Elora Aislin
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quinta-feira, 24 de abril de 2014
Uma conversação sobre instrumentos e rituais.
Minha amiga Luma e todos que se sentirem a vontade pra falar
sobre o assunto...o que de fato é essencial num ritual de sabat? O fato de eu
não crer necessário todos esses objetos influenciam na prática do ritual? Obrigadinha...rs
Bom dia, amada.
O que ocorre é o seguinte, na Arte temos instrumentos, que
nos são sagrados devido ao seu simbolismo, muito mais do que ser simbólico, é o
conteúdo energético que ele carrega por anos de uso dentro da magia.
Nossos instrumentos, além dos que tem função prática, é
claro, como no caso do Boline (ou faca de cabo branco), que serve, entre outras
coisas para cortarmos as ervas a serem usadas, sejam em ritual, em feitiços,
num simples banho de ervas ou chás.....tem bruxa que vai usar seu boline apenas
em coisas que estão ligadas a um ritual formal ou então, a feitura de um
feitiço, não é o meu caso. Se tu chegares aqui em casa e precisar cortar
algumas ervas, a fim de levares para por no teu chimarrão ou fazer um chá para
dor de barriga, se tiver que usar o boline, eu uso.... Bem, além desses,
existem os que estão ali para uma ancoragem de energia, estão ali para nos
lembrar, para nos induzir, a um estado de consciência, muitas vezes necessários
a um ritual, nem que seja para lembrar que estamos diante dos Deuses e devemos
estar em posição de respeito e honra, parece estranho eu falar isso aqui, mas querida
olhe....minha experiência...altar montado, as pessoas reunidas, o sacerdote
querendo começar o ritual, a formação do círculo (de forma formal, pois todos
já estavam em formação circular, e os membros do círculo, rindo e conversando,
comentando a noitada anterior e se as companhias eram boas ou ruins,
(bem, me desculpa, mas, é verdade.....e, dói em uma bruxa....) isso em frente
ao altar e aos símbolos, imagina sem essa, como diria alguns, pompa.
Costumo dizer que uma verdadeira bruxa, começa suas práticas
no hoje, sem absolutamente nada, porque ela já tem inserido em seu
subconsciente, a representação, daquilo que lhe é sagrado, e mais ainda, a
devoção e o respeito...quando falo em respeito parece uma coisa imposta mas,
nada tem a ver isso aqui, simplesmente o ato de ter uma atitude respeitosa,
está imbuída aqui do sentimento de devoção. A bruxa trás dentro de si a memória
residual dos instrumentos mágicos ritualísticos que um dia manipulou e, aquilo
trás ao seu aqui e agora toda uma carga positiva em seus rituais, carga de
ancoragem, de proteção, etc.
Desta
forma é absolutamente normal se realizar um sabá, praticamente de mãos abanando,
digo isso, porque o mais comum é que, pelo menos uma vela pequena, um
incenso....é utilizado....contudo eu já fiz rituais sem absolutamente nada. Mas, quando começamos assim, e mesmo sabendo que o material não nos impede, ou
melhor a ausência deles, quando vemos já fomos adquirindo nossas coisinhas,
isso não quer dizer um aparato imenso, onde temos de tudo que se vê descrito em
rituais prontos e muito mais....porque se tu começar a ler...e, por isso a leitura é fundamental, verás que a existência de elementos
beira ao enchimento de muitos baús ou armários, rsrsrsrsrsrrsrs mas, é assim...até porque, começam a aparecer
na frente da bruxa, aquilo que se destina à ela, isso ocorre às vezes de forma
quase que mágica, tipo, tu entra em um lugar em que nunca viu determinada coisa
para vender e então, como num passe de mágica, tu dá de olho em algo
relacionado a Arte....isso é bem estranho, e mais estranho ainda é que tendo o
impulso de adquirir, mesmo que conte moedas, o dinheiro estará lá...ou então,
logo em seguida, tu terás a quantia em mãos.....e é assim que aos pouco se
adquire algumas coisas mas, isso não quer dizer que, mais uma vez reforço,
tenha que se ter tudo....eu, por exemplo, ainda não tenho todos os instrumentos
da Arte, me refiro aqueles consagrados pela literatura, e que se tem em mente
que toda a bruxa possua. Isso também se
aplica a roupa, vai chegar um momento que tu vai ficar incomodada de estar com
as roupas que usa no dia a dia e, automaticamente vai eleger um vestido
confortável e começar a usar apenas aquele cada vez que pensar num ritual, ou
terá vontade de tirar a roupa...essa vontade é mais forte durante um esbat de
lua cheia.....eu, por exemplo, posso ir para o campo sem absolutamente nada, e
estar usando uma roupa normal, apenas para realizar um discreto culto a deusa
da noite, ficar sentada em algum cantinho, olhando a lua e orando...ou seja um
simples ritual de adoração e honra...e, sempre vou querer estar sob minha
capa...é justamente nesses rituais simples, que mais sinto a necessidade da
capa e do capuz, é como se pela capa houvesse o isolamento do mundo profano e
passasse a ficar somente eu e a divindade lunar, em perfeita harmonia.
Por outro lado, há, e cada vez mais quem ao ler o primeiro
livro de bruxaria ou wicca, saia feito louca e volte com uma bagagem nas mãos,
principalmente agora em que lojas especializadas se multiplicam...não sabem nem
ao certo o que fazer com aquilo tudo, vão ao livro palavra por palavra, fazendo
purificações e consagrações de instrumentos, rituais elaboradíssimos, tudo
acompanhado do livro para não esquecer ou então religiosamente decorado e sai
repetindo aquilo como prática constante e depois de um tempo, em conversa ou
debate com alguém, discorre que aquela é a única forma correta de proceder,
todo o resto não conta, imagina! sair inventando rituais de purificação e
consagração ou até mesmo não fazê-los...que heresia!
Na realidade baseado no que lemos, devemos criar nosso
próprio ritual, dentro de uma margem, de variedade mas, que personalize cada um
deles, afim de que não fiquem muito entrelaçados, isso não impede e pelo
contrário, deve haver elementos iguais de um para outro, até porque as estações
se encostam, na natureza as coisas não vem em gavetas separadas e catalogadas
como em uma loja de departamentos, no térreo bazar e móveis e no andar de cima
roupas e acessórios.....
Eu sou uma bruxa pipa, solta no ar....acrescentei coisas,
elementos as minhas práticas do convívio com o coven e fiz isso porque ao
estar com eles, percebi que assim era uma forma correta de estar e que me
ajudava na harmonia mágica....enfim me deixando à vontade.
Eu noto que muitas pessoas pregam a ausência de instrumentos
e de elementos e total desprezo por esses e dizendo que não fazem falta, que
isso tudo é golpe para vendas e tudo o mais, o que de certa forma eu não deixo
de concordar mas, pelos Deuses! Vejo também um pensamento completamente
distorcido, como querer ser algo e desprezar os simbolismos dessas mesmas? Acho
isso um desrespeito, é certo que há limites e aproveitadores e deslumbrados e
tudo o mais mas, vejam com 5 pauzinhos e um círculo de cipó ou alguma raiz, ou
uma corda, se faz um pentagrama, ou com um pouco de argila.....uma singela faca
de cozinha, um boline...e assim vai....
É uma questão de escolha mas, essa escolha deve ser coerente
com o que se está vivenciando, senão fica evidente aquela grotesca disparidade,
e existe muito por aí, podem acreditar....
Em relação as cores do sabá, eu utilizo a cor laranja para
Mabon.
Mas, antes quero falar de algo que me passou, os que pregam que o que vale é a intenção, muito correto. E é
justamente essa intenção firme e forte e cheia de fé, que vai carregando
magicamente os instrumentos da arte, onde chega a um ponto em que eles estão
assim cheios de poder, e como tal são considerados como instrumentos mágicos e
com vida própria, daí decorre toda aquela ritualística e mística frente aos
objetos de uma bruxa ou de um mago.
Outra
coisa, dentre os objetos dos rituais temos os instrumentos mágicos e os
simbólicos de todos os rituais e os de cada ritual, os simbolismos
específicos.....aqui de novo impera o bom senso, ninguém precisa deixar de
ritualizar porque não tem flores para o altar, porque não fez pão ritual,
porque não tem todas as velas necessárias, nas cores correspondentes e por aí
vai....se um ritual tem muitos elementos, ficamos mais envolvidos na arrumação
do mesmos e na ordem das coisas e nos perdemos da essência, contudo se optarmos
por essa forma de ritualizar, se realmente imbuídos de intenção sagrada, cada
gesto servirá como um a todo devocional, uma oração, é um todo harmônico que
gera muito ancoramento, muita paz, muito amor, quanto mais envolvidos, mais
estamos mergulhados na energia da Senhora e do Senhor, e isso é muito bom.
Então, fica claro que o início de tudo é a intenção, a fé, o
amor , a vontade, a disposição....bruxaria é antes de mais nada uma entrega de
devoção e amor, senão vira apenas práticas mágicas, se igualando a qualquer
feiticeiro, que funciona com pactos e todo o resto (eu uso o termo feiticeiro, para
definir aquilo que se convencionou chamar de bruxa, rsrsrsrsrsr).
Dessa forma, ritualizar Mabon, pode ficar resumido ao
acendimento de uma vela laranja, um incenso que corresponda ao período...e toda
devoção que pode expressar um coração...na prática das orações, que serão as
invocações ao deus e a deusa...sem mesmo precisar abrir o círculo mágico,
embora essa prática vai deixando o bruxo cada vez mais apto na formação
eficiente do círculo, quando esse tiver que necessariamente ser traçado..
E mais quem realizar o ritual dentro e fora do círculo,
certamente sentirá a diferença...outra coisa é o convite aos guardiões...ora,
quando fazemos uma festa, chamamos convidados afins não é mesmo? e os chamamos,
queremos a presença deles, quando organizamos o aniversário dos filhos pensamos
nas crianças, preparamos tudo para elas, imaginem se os amiguinhos não chegam,
ou mais ainda, vc prepara a festa para o filho, com tudo que tem direito e não
chama os amiguinhos...diz para a criança tem bolo, docinho , guaraná, tem balões
e balão surpresa e lembrancinhas com balas e pirulitos e tem até gelatina com
frutas e carrinho de algodão doce mas, tu meu filho ficarás só, mamãe não chamou
os amiguinhos...porque não são necessários, ou simplesmente não os convidei por
preguiça......é nessa situação, que vejo a ausência dos guardiões...elementais,
natureza, deus e deusa, bruxaria, magia, estão de tal forma ligados, que não há
como separar, sem que a coisa pareça, um tanto, sem noção, vazia....eu não sei
é minha visão......
Afinal as religiões tem seus ritos...e, isso também é bem
corrente, as pessoas se voltam contra os ritos e vem para a bruxaria que acena
com liberdade, rsrsrsrsrs primeiro que é uma visão totalmente distorcida,
segundo, confusão de liberdade de escolha com libertinagem de ação...são coisas
bem diferente.
Bem, amiga por hoje é só mas, quero saber o que pensas e em
cima disso como farias um ritual de Mabon?
É um exercício, rsrsrsrsrsrsr
Bençãos dos Antigos!
Luma Elora Aislin
sexta-feira, 3 de maio de 2013
A rua dos gerânios.
A rua dos gerânios.
Numa rua cinzenta e triste de um bairro operário de Liverpool, uma mulher colocou um vaso de gerânios na janela. Dois dias depois, sua vizinha da frente por inveja, ou porque notou que os gerânios eram bonitos colocou dois vasos de flores.
Alguns trabalhadores, voltando para casa, notaram duas janelas diferentes. Suas mulheres, vaidosas, resolveram também comprar flores. Um mês depois, todas as janelas da rua tinham pequenos jardins.
Alguém pintou a fachada do lugar onde morava, já que a beleza das flores realçava a feiura do resto. O exemplo foi imitado.
Um ano depois, a cinzenta e triste Rua de Liverpool se transformou num modelo de urbanização. Hoje, cinco anos depois, o bairro inteiro está sendo modificado, com apoio da prefeitura.
Tudo porque, um belo dia, alguém colocou um vaso de gerânios na janela.
Paulo Coelho.
Pois quem disse que não existe inveja boa, absolutamente tudo por aqui tem seu lado positivo, as escolhas feitas é que tornam uma emoção negativa em uma ação negativa....tudo pode ser redirecionado de uma forma a trazer proveito e bem estar...então conclui-se que o ser humano consegue ser ainda pior que uma situação mal fadada...é uma pena.....
Acho que deveríamos e já, repensar o que andamos fazendo por aqui.....
Luma Elora Aislin.
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Um esclarecimento do texto sobre morte e renascimento.
Desculpe, minha querida amiga, se não me fiz entender direito. É bem simples, o que quis dizer foi uma maneira de como ocorre na prática as coisas dessa vida, sabe, foi um reforço a tudo que li aqui.
Cris, vivências de morte e renascimento, as vivemos todos os instantes, de maneira natural, no nosso dia a dia, e a maioria das pessoas nem percebem.............e mais, quis explicar aqui como as coisas ocorrem, quando muitas pessoas disparam alucinadamente pelas vivências místicas, como um atalho, entendeu?
Esse boom de Nova Era, de exposição do que até então era prática de ordens secretas, de religiões que praticavam a magia, como prática usual, como o Xamanismo, por exemplo. Agora, as coisas estão aí, para todos..............as práticas ocultistas, os rituais sagrados, o retorno da religião antiga, ou melhor da forma de religiosidade antiga, está novamente em evidência e crescimento......e eu fiz, apenas um comparativo, do que foi, antes e do que está acontecendo, compreende? dei um exemplo prático de como as mulheres no caso procediam com seus corpos, enquanto sacerdotisas, e agora nos dias de hoje.
Foi um explanar genérico do que observei muitas vezes, em encontros em seminários, é uma das lutas e tristezas, que temos, eu e o Val, e qualquer bruxo, que tente resgatar os valores antigos, sabe, o que ocorre é uma busca desesperada, sem que as pessoas tentem realmente entender e realmente percorrer o caminho como deve ser. Sei que muitas coisas mudaram, não há como retornar no tempo, minha querida, como tu disse muito bem, o movimento do crescer, é eterno, é contínuo, mas existe um mínimo de coisa, que não pode ser desprezada,é aí que entra o conhecimento de nós mesmos, e isso inclui nosso corpo, enquanto matéria, ele é nosso primeiro laboratório, minha querida. Então, dei o exemplo de uma coisa que vivi, em que as pessoas querem mergulhar no conhecimento profundo das coisas do espírito, da magia, e não conhece seu próprio corpo, entendeu? Daí resulta uma falsa magia, um falso percorrer de caminho, se tem a de que estamos trilhando, de que estamos crescendo, mas a coisa de dá de forma meio enganosa....................percebe uma coisa Cris, veja bem, sabe porque digo isso, porque estou nesse caminho a longo tempo, porque vejo o sofrimento de muitos que buscam o caminho, e saem em debandada, tristes e desiludidos, porque esperavam por uma coisa que não aconteceu. Tinham uma perspectiva completamente distorcida de como seria percorrer e fluir no caminho. Basicamente, foi isso que tentei colocar aqui, sobre a desilusão, das pessoas, frente ao trilhar, quando as coisas não são bem feitas.
Amada, espero de todo coração ter esclarecido tuas dúvidas, qualquer dúvida, não receies, venha de novo a mim, se tem uma coisa que adoro é interagir com quem se preocupa em conhecer, vivenciar com cuidado e amor o caminho que escolheu.
Parece que ao escrever o texto abaixo não fui muito claro e um questionamento surgiu e se por ventura vier a surgir novamente aí está outra parte do texto....
Luma Elora Aislin
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Texto, sobre morte e renascimento....
Nascer e morrer....todos os dias morremos umas gotas,às vezes temos experiências que nos matam um números de gotas bem maior do que julgamos suportar, aí mergulhamos na noite escura da alma, quando nos sentimos mortos em vida, vivemos tudo em preto e branco, e as emoções se esvaem..................parece que mais nada nesse mundo terá o dom de nos fazer reviver, a dor da indiferença que nos cerca, é algo de arrepiar............olhar a volta, e não ver nada, absolutamente nada, que nos motive o retorno, dessa forma de experiência é que se extrai a máxima, de que ninguém, nem nada tem o poder de te fazer feliz, que a tal da sensação de se sentir feliz, está no teu interior, e quem não descobrir sua própria mina, estará a mercê de outrens, ai! penso eu ser essa a pior forma de vida, e ser esse o pior dos pesadelos, oferecer tamanho poder aos outros é viver morto em vida, para essas pessoas, e que na realidade são muitas, são a maioria, um ritual de morte e renascimento xamânico, seria algo, como diria, bombástico! conheço um número de desavisados, que desagregaram de vez! desenvolveram uma maneira doida de vida instantânea, que viraram poços de superficialidade.........em que tudo é permitido em favor do tal renascimento, da tal essência, do tal fazer-se vivo e feliz por si só.
Infelizmente, minha experiência, com alguns "renascidos" é de doer, foi um mergulho sem volta na piscina de egos, mas tudo bem, cada um tem seu ritmo próprio seu momento e seu viver.....................e isso só acontece pela total falta de conexão com o que está a volta, com a natureza, o universo em que estamos mergulhados...............me ocorreu agora um exemplo prático de um momento que vivi, numa dessas experiências místicas, dessas maravilhas despertas da nova era, em uma discussão que surgiu, eu, muito tonta, não sei como lancei a história do conhecimento de corpo, e que como as mulheres, e quantas mulheres sabiam quando estavam ovulando, foi um estouro não sei nem como sobrevivi................e elas estavam com razão, afinal se as "sábias" mulheres tivessem como sentir e saber tal coisa, não precisaria os tais métodos contraceptivos, já pensaram que maravilha, as mulheres saberem como controlar seu corpo, saber a hora exata de sua ovulação, parece que não nasceria tantas crianças indesejáveis, e outras que querem e não acertam poderiam corrigir seus ponteiros.
Bem partindo do pressuposto, que a cada mês, essas filhas da Deusa, filhas da terra, possuidoras dentro de sí, de um processo mágico de morte e renascimento, que dura até o próximo ciclo, em que sai do arquétipo de Deusa Mãe, e entra no arquétipo de anciã, onde deveria executar a mestria das novas deusas jovens, tarefa sublime e grandiosa, como aprender, se não tem quem ensine, e como ensinar se não aprenderam........tudo nesse tempo é cíclico anda sempre para o recomeço e como recomeçar se perdeu-se a sabedoria, o respeito primevo...................e olha que só estou falando das mulheres, que dizer dos homens, que quando executam o ato sexual, não tem e nem querem ter a mínima noção do que estão realmente fazendo, ah! quando encontramos gentis cavalheiros que se preocupam em usar camisinha ou perguntar e saber de fato que sua consorte "do momento" está devidamente protegida, já temos aí um avanço digno de honrarias, não haveria tantas crianças dormindo nas calçadas, com um frio, aqui no sul de 2º abaixo de zero!
Vocês devem estar pensando que enlouqueci..................mas, antes de me julgarem, pensem, pensem bem, o que os caracteriza estarem aqui! são seus eus espirituais, astrais, mentais? em que dimensão estamos? e quantas pessoas vocês conhecem que dominam o conhecimento de seus corpos, controlam os desejos que os hormônios provocam?
Será que nascer e renascer espiritualmente, em experiência simulada, sim, porque se não há realmente a morte física, tudo é simulação, com finalidade de crescimento espiritual, de despertar a consciência, não é mesmo?
Se esse despertar servir para que tenhamos mais respeito pelos outros e por quem está a nossa volta, seria uma realidade maravilhosa! Seria uma evolução planetária e tanta!
Por isso que apesar dos erros maiores que os acertos, eu ainda acho, que feito os devidos estudos, refeitos os mesmos e obedecendo um chamado do espírito, aquele chamado desesperado do tentar reencontrar-se, será sempre uma experiência válida, é no mínimo uma uma tentativa de um despertar de consciência, que pode levar fazer brotar uma nova semente mais pura, mais bem preparada para superar as adversidades.
Boas experiências, bons aprendizados..................possam todos aqui depurarem pelo menos um pouco da falsa magia, em que estivemos mergulhados, como raça, nos últimos séculos, ou pensando bem, milênios.
Bençãos Plenas!
Um texto em que resolvi dar pitacos sobre experiências de morte e renascimento.....em 11/7/2007.
Luma Elora Aislin
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quarta-feira, 30 de maio de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
Pensamentos meus.
Quem não sentir com a mente
e não pensar com o coração
realizando a inversão do que aí está
jamais irá entender
e então retornará
e retornará....
porque assim é
e assim será feito...
pensamentos que me ocorrem
diria que esses foram
de inspiração lupina
Luma Elora Aislin
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quinta-feira, 26 de abril de 2012
Pequenas histórias...grandes ensinamentos.
PARÁBOLA DO SAMURAI
Um Samurai grande e forte, de índole violenta, foi procurar um pequenino monge.
– Monge - disse numa voz acostumada à obediência imediata. Ensina-me sobre o céu e o inferno"!
O monge miudinho olhou para o terrível guerreiro e respondeu com o mais absoluto desprezo:
Ensinar a você sobre o céu e o inferno? Eu não poderia ensinar-lhe coisa alguma. Você está imundo. Seu fedor é insuportável. A lâmina da sua espada está enferrujada. Você é uma vergonha, uma humilhação para a classe dos samurais. Suma da minha vista! Não consigo suportar sua presença execrável.
O samurai enfureceu-se. Estremecendo de ódio, o sangue subiu-lhe ao rosto e ele mal conseguiu balbuciar palavra alguma de tanta raiva. Empunhou a espada, ergueu-a sobre a cabeça e se preparou para decapitar o monge.
– Isto é o inferno - disse o monge mansamente.
O samurai ficou pasmo. A compaixão e absoluta dedicação daquele pequeno homem, oferecendo a própria vida para ensinar-lhe sobre o inferno! O guerreiro foi lentamente abaixando a espada, cheio de gratidão, subitamente pacificado.
- Isso e o céu- completou o monge com serenidade.
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domingo, 20 de novembro de 2011
Prodecia Celestina, 9 insigths, parte I.

OS 9 INSIGTHS DA PROFECIA CELESTINA
1º MASSA CRÍTICA"
1º MASSA CRÍTICA"
A Primeira Visão é a visão do despertar. Contemplamos nossa vida e percebemos que existem mais coisas acontecendo do que imaginávamos. Além das nossas rotinas e desafios do dia-a-dia, podemos detectar a influência do elemento divino: "coincidências significativas" que parecem estar nos enviando mensagens e nos conduzindo a uma direção particular.No início apenas vislumbramos essas coincidências enquanto passamos rapidamente por elas, praticamente sem notá-las. Finalmente, porém, começamos a diminuir a velocidade e examinar mais de perto esses eventos. Receptivos e alertas, somos mais capazes de detectar o evento sincronístico seguinte. As coincidências parecem fluir e refluir, algumas vezes avançando rapidamente numa rápida sucessão, outras nos deixando quietos. Contudo, sabemos que descobrimos o processo da alma que guia nossa vida para a frente. As Visões remanescentes mostram como aumentar a frequência dessa misteriosa sincronicidade e descobrir o destino final em direção ao qual estamos sendo levados.
"2º O AGORA MAIS LONGO"
A Segunda Visão é a consciência de que nossa percepção das misteriosas coincidências da vida é uma ocorrência histórica significativa. Depois do colapso da visão de mundo medieval, perdemos a segurança oriunda da maneira como a Igreja explicava o universo. Por conseguinte, há quinhentos anos atrás, decidimos coletivamente nos concentrarmos em dominar a natureza, em usar nossa ciência e tecnologia para nos acomodarmos no mundo. Pusemo-nos então a criar uma segurança secular destinada a substituir a certeza espiritual que perdêramos. Para nos sentirmos mais seguros, sistematicamente afastamos e negamos os aspectos misteriosos de vida no planeta. Fabricamos a ilusão de que vivíamos num universo totalmente explicável e previsível, no qual eventos acidentais não tinham nenhum significado. Para manter a ilusão, tendemos a negar qualquer indício do contrário, a restringir a pesquisa científica dos eventos paranormais, e a adotar uma atitude de absoluto ceticismo. Explorar as dimensões místicas tornou-se quase um tabu.Aos poucos, contudo, um despertar teve início. Nosso despertar não é nada menos do que nos libertarmos da preocupação secular da era moderna, e abrirmos nossa mente para uma visão nova e mais verdadeira do mundo.
"3º UMA QUESTÃO DE ENERGIA"
A Terceira Visão descreve nossa visão do universo como energia dinâmica. Ao contemplarmos o mundo que nos cerca, não mais podemos pensar que tudo é composto de substância material. A partir das inúmeras descobertas da física moderna e da crescente síntese com a sabedoria do oriente, estamos começando a perceber o universo como um vasto campo de energia, um mundo quântico no qual todos os fenômenos estão interligados e respondem uns aos outros. A partir da sabedoria do pensamento oriental, sabemos que temos acesso a essa energia universal. Podemos projetá-la para fora com nossos pensamentos e intenções, influenciando nossa realidade e a realidade dos outros."
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Os 9 insigths da Profecia Celestina parte II.

"4º A LUTA PELO PODER"
A Quarta Visão é a consciência de que os seres humanos com freqüência rompem sua ligação interior com essa energia mística. Em decorrência disso, temos tido a tendência de nos sentirmos fracos e inseguros, e com freqüência procuramos nos reerguer sugando a energia de outros seres humanos. Fazemos isso tentando manipular ou dominar a atenção dos outros. Quando conseguimos conquistar à força a atenção de uma pessoa, somos impulsionados pela energia dela, o que nos torna mais fortes mas enfraquece a outra pessoa. Com freqüência os outros se rebelam contra essa usurpação da sua força, gerando uma luta pelo poder. Todos os conflitos do mundo têm origem nessa luta pela energia humana.
"5º A MENSAGEM DOS MÍSTICOS"
A Quinta Visão é a experiência da ligação interior com a energia divina. Ao explorar e seguir nossa divindade interior podemos estabelecer um contato pessoal com um tipo de experiência chamada mística. Em nossa busca deste estado alterado, distinguimos entre a descrição intelectual desta consciência e a consciência em si. Sob este aspecto, aplicamos certas medidas experimentais que indicam que estamos em conexão com esta energia espiritual. Por exemplo, sentimos o corpo leve? Sentimos uma leveza nos pés? Experimentamos uma intensificação da percepção como cores, aromas, sabores, sons e um senso de beleza mais vívidos? Experimentamos um senso de unidade, uma total segurança? E acima de tudo, vivenciamos o estado de consciência que chamamos de amor? Não em relação a alguém ou a alguma coisa, mas como uma constante sensação que sustenta nossa vida. Não queremos mais apenas falar a respeito da consciência mística. Temos a coragem de pôr em prática essas medidas para realmente buscar esta união com o divino. É esta conexão com a energia total que resolve todos os conflitos. Não mais precisamos da energia dos outros.
"6º ESCLARECENDO O PASSADO"
Quanto mais permanecemos ligados, mais tomamos consciência dos momentos em que perdemos a ligação, geralmente quando estamos sob tensão. Nestes momentos, podemos perceber nossa maneira particular de roubar energia dos outros. Tão logo nos tornamos conscientes das nossas manipulações, nossa ligação torna-se mais constante e podemos então descobrir nosso caminho de crescimento na vida, bem como nossa missão espiritual, o modo pessoal pelo qual podemos contribuir para o mundo."
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Das vestimentas e tarefas....

Mais um texto e minhas divagações.....será ou não, minha caminhada me dita....
Das vestimentas e tarefas......
Pois então, quando nada mais resta, ainda assim, resta o essencial, o tudo, e é isso que traduz a essência da bruxa, é isso que mais e realmente nos traduz.....
Muito mais do que se vê, é também o que se sente. E o que aqui está e principalmente o que não está.
Uma bruxa é alguém que se despindo da religião, resta o ofício, porque esse é o princípio, é a filosofia de vida, dessa vida aqui e que se traduz na diferença de uns e outros, é tão só uma parte de almas cuja atenção não está nas deidades, mas no princípio primal que as alimentam...
“o princípio primal”, não os princípios infinitamente deturpados pelas mentes terrenas e suas construções um tanto quanto capengas....mas, ainda assim princípios esses que devem ser respeitados, pois são necessários como o é um mordedor ao neném cheio de coceiras nas gengivas carregadas com brotos de dentinhos futuros....
Isso não altera e nem substitui o princípio primal, porque não tem esse, necessidade alguma de se impor, pois antes de tudo e ao término de tudo, ele “é”.
Desta forma, caídos todos os deuses, caídas todas as crenças, desveladas as metafísicas, findo o misticismo, resta a beleza pura e primal de um pé de datura, arriado de tanta flor, que espalha, intenso e doce perfume na iluminada noite de lua cheia, e sob a luz prateada, o coração se sente preenchido e a mente serena, porque ali está o motivo a ser honrado, respeitado e “amado”.
Isso é o sentido do “viver”, essa é a ligação que milhões de almas (espíritos) errantes ainda não descobriram e outros tantos, ao descobrir, faz desse o grande mistério a ser envolvido e escondido, como precioso tesouro exclusivo para poucos para domínio de muitos, assim o mundo se divide em dominadores e dominados, e uns poucos que estão fora desse círculo, sejam eles denominados de bruxos, magos, espíritas, espiritualistas, esotéricos, ETs, esquizóides, esquisitos, fora da casinha, ou seja lá o que for....isso não importa, esses são tão somente portadores das batidas de um coração universal, e ouvem música, e seus olhos vislumbram, mesmo que sem ver, a “vida” que pulsa sob véus.....
Se não houver o respeito às coisas da escola, não há porque ter mestres......
Sejam eles denominados de deuses, mentores....ou o que quiser a linguagem terrena....
Nomes são como as cascas da cebola, essa última é que se faz a salada, contudo, a casca ainda assim, serve para um bom chá contra diarréia e ainda para fazer incenso de “limpeza” para energias pesadas, densas.....
Se você acha que estou em contradição.....deixe estar, um dia verás o ponto de interseção entre os círculos.
Bruxas não precisam de religião, deixam isso para as sacerdotisas de Avalon ou as pitonisas de Delfos, isso foi e pode ou não vir a ser de forma simbólica ou expressa, mas é só uma vestidura....
A essência está na vassoura...bruxas, não precisam de religião ou títulos, pois elas têm as vassouras....sabem o que isso quer dizer? O que uma vassoura faz?
Eu digo: varre a sujeira do chão, ou seja, “trabalha”.
Bruxas voam em vassouras, ou seja, “bruxas voam para varrer sujeiras em outros planos”.
Porque devem ser feias e conspurcadas, queimadas nas fogueiras, torturadas nas rodas.....e confundidas em seus orgulhos terrenos?
Porque fazem as faxinas astrais desde sempre....simples assim.
Por isso meninas, mesmo sem saber, honrem suas vassouras...não importa de que estrela se vem, qual o raio esotérico mestrino em que se atua, ou a escola iniciática que acoplou os simbolismos tornando a criatura iniciada....são só vestimentas, e quando não se tem corpo, não serve ter o que vestir.
Então, sejam corpos nus ou vestidos......mas, sejam “corpos” para poder usar de vassouras e varrer.....
Luma Elora Aislin
20/04/2011
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Sobre os gatos....
Lá está ele deitado, sonhando, ronronando e, ocasionalmente, mudando as patas de posição em um êxtase de prazer acolchoado. Parece a encarnação de todas as coisas macias, sedosas e aveludadas, uma composição sem arestas, um sonhador cuja filosofia é dormir e deixar dormir.
(Texto - Hector Hugb Munro)
Na foto o olhar estonteante de Royce....
o novo dono do meu coração....
Luma Elora Aislin
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segunda-feira, 4 de julho de 2011
Pérolas da literatura.
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sábado, 21 de maio de 2011
Pequenos ensinamentos
"Como a árvore do outono ao perder suas folhas que lhe caem ao redor, sem senti-lo e quando a chuva, a geada e o sol lhe resvalam pelo tronco, enquanto a vida se retira para o mais íntimo e recôntico de si mesma. Não morre. Espera."
Hermann Hesse
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Pensando em palavras....definindo conceitos...
Meditar, voltar-se para o caminho de dentro, encontrar o tesouro pessoal que cada um traz em seu íntimo, tesouro essencial para completar a jóia do mundo... precisamos aflorar a humanidade!
Meditar é refletir
Refletir é enxergar
Enxergar é admitir
Admitir é agir
Agir é mudar
Mudar é evoluir
Evoluir é vencer toda força destrutiva que insistimos em expressar todos os dias.
.... Retirado de Reflexões para a Nova Era/ Rosana Braga.
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sábado, 14 de maio de 2011
Pequenas reflexões...grandes ensinamentos....
Não gaste seu tempo precioso a indagar:
"Por que o mundo não é um lugar melhor?"
A questão a formular é:
"Como posso torná-lo melhor?"
Para essa pergunta, há uma resposta.
Leo Buscaglia - O Caminho do Touro.
"Por que o mundo não é um lugar melhor?"
A questão a formular é:
"Como posso torná-lo melhor?"
Para essa pergunta, há uma resposta.
Leo Buscaglia - O Caminho do Touro.
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terça-feira, 3 de maio de 2011
Uma noite ancestral.....para honrar SAMHAIN.
Como terá sido a noite esquecida de todas as memórias?
A primitiva noite ancestral da aurora da história,
em que um pequeno ser vivo chamou para perto da fogueira o seu neto e, apontando com dois dedos da mão uma estrela entre muitas no céu, pronunciou pela primeira vez o seu primeiro nome.
Com que gestos da mão e da fala rude, no entanto mais cheios de luz
do que a fogueira e mais ainda que as estrelas do céu,
teria acontecido aquilo um dia, no meio do silêncio da noite?
Como terá sido, uma outra noite ainda mais perdida na trilha do tempo em ele terá descançado sobre os ombros do neto o braço e, entre movimentos das mãos apenas e do olhar, terá ensinado a ele pela primeira vez um segredo, num tempo em que sob as estrelas do espaço não existiam sequer as palavras?
Sequer os nomes do mundo.
Como terá sido o desenho daqueles gestos sem voz e tão humanamente simples que sob a guarda dos astros os dois adormeceram?
Que pássaros da noite e que astros do céu e que flores noturnas dessas cujos perfume tão cheio torna um momento da vida de mistérios, e que outros seres vivos do Universo terão assistido aqueles instantes em que, o primeiro gesto e, depois, a palavra, terão criado o ato de inventar a troca de símbolos, de saberes e de sentimentos do mundo?
... entre gestos de amor e os de sabedoria primitiva: movimento das mãos, momentos do olhar, murmúrios de palavras e as primeiras frases do pensamento, viajando por infinitas manhãs e noites e multiplicando o inventário de passar os segredos humanos do mundo.
Ao longo de um caminho de montes e vales da história, que outros dias e outras noites primitivas terão testemunhado a trama dos mistérios em que, aprendendo com a vida a experimentar o fio da natureza, tocando com as ferramentas das mãos e do espírito o repertório sem fim dos seus recursos e segredos?
Em que momento perdemos , à maneira deles, e entre eles, à volta das fogueiras, na beira dos rios, tocando uns os corpos dos outros: aprendiam e ensinavam e de novo ensinavam e aprendiam...
criavam, fiavam e colhiam, fazendo circular os rituais do seu saber,
para que os filhos fossem mais sábios do que os pais e os netos ainda mais do que seus avós...
Vivendo, experimentando o mundo, tocando com os mesmo gestos
o que viam os outros tocarem com a sabedoria, e aprender com a vida, que entre todos os seres é o melhor mestre...
Descobrindo as lições de aprender uns com os outros através da vida coletiva, ao redor do calor dos corpos, olhando os dedos do artesão e as mãos do sábio e murmurando dentro do espírito as palavras que ouviam.
Onde está a Grande Árvore que dia a dia viajava o tamanho do seu tronco em direção ao Céu, carregada de saberes, entre eles o mais forte:
que a solidariedade aprendida deve ser de todos?
Da autoria de alguém muito especial....
que me disse, posta que a autoria foi...a vida.....
A primitiva noite ancestral da aurora da história,
em que um pequeno ser vivo chamou para perto da fogueira o seu neto e, apontando com dois dedos da mão uma estrela entre muitas no céu, pronunciou pela primeira vez o seu primeiro nome.
Com que gestos da mão e da fala rude, no entanto mais cheios de luz
do que a fogueira e mais ainda que as estrelas do céu,
teria acontecido aquilo um dia, no meio do silêncio da noite?
Como terá sido, uma outra noite ainda mais perdida na trilha do tempo em ele terá descançado sobre os ombros do neto o braço e, entre movimentos das mãos apenas e do olhar, terá ensinado a ele pela primeira vez um segredo, num tempo em que sob as estrelas do espaço não existiam sequer as palavras?
Sequer os nomes do mundo.
Como terá sido o desenho daqueles gestos sem voz e tão humanamente simples que sob a guarda dos astros os dois adormeceram?
Que pássaros da noite e que astros do céu e que flores noturnas dessas cujos perfume tão cheio torna um momento da vida de mistérios, e que outros seres vivos do Universo terão assistido aqueles instantes em que, o primeiro gesto e, depois, a palavra, terão criado o ato de inventar a troca de símbolos, de saberes e de sentimentos do mundo?
... entre gestos de amor e os de sabedoria primitiva: movimento das mãos, momentos do olhar, murmúrios de palavras e as primeiras frases do pensamento, viajando por infinitas manhãs e noites e multiplicando o inventário de passar os segredos humanos do mundo.
Ao longo de um caminho de montes e vales da história, que outros dias e outras noites primitivas terão testemunhado a trama dos mistérios em que, aprendendo com a vida a experimentar o fio da natureza, tocando com as ferramentas das mãos e do espírito o repertório sem fim dos seus recursos e segredos?
Em que momento perdemos , à maneira deles, e entre eles, à volta das fogueiras, na beira dos rios, tocando uns os corpos dos outros: aprendiam e ensinavam e de novo ensinavam e aprendiam...
criavam, fiavam e colhiam, fazendo circular os rituais do seu saber,
para que os filhos fossem mais sábios do que os pais e os netos ainda mais do que seus avós...
Vivendo, experimentando o mundo, tocando com os mesmo gestos
o que viam os outros tocarem com a sabedoria, e aprender com a vida, que entre todos os seres é o melhor mestre...
Descobrindo as lições de aprender uns com os outros através da vida coletiva, ao redor do calor dos corpos, olhando os dedos do artesão e as mãos do sábio e murmurando dentro do espírito as palavras que ouviam.
Onde está a Grande Árvore que dia a dia viajava o tamanho do seu tronco em direção ao Céu, carregada de saberes, entre eles o mais forte:
que a solidariedade aprendida deve ser de todos?
Da autoria de alguém muito especial....
que me disse, posta que a autoria foi...a vida.....
Bençãos e luz serena.
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quarta-feira, 27 de abril de 2011
Mulheres que Correm com Lobos....pinceladas.
Trechos do livro "Mulheres que Correm com os Lobos" de Clarissa Pinkola Estés.
Os lobos saudáveis e as mulheres saudáveis têm certas características psíquicas em comum: percepção aguçada, espírito brincalhão e uma elevada capacidade para a devoção. Os lobos e as mulheres são gregários por natureza, curiosos, dotados de grande resistência e força. São profundamente intuitivos e têm grande preocupação para com seus filhotes, seu parceiro e sua matilha. Têm experiência em se adaptar a circunstâncias em constante mutação. Têm uma determinação feroz e uma extrema coragem.
Quando as mulheres reafirmam seu relacionamento com a natureza selvagem, elas recebem o dom de dispor de uma observadora interna permanente, uma sábia, uma visionária, um oráculo, uma inspiradora, uma instintiva, uma criadora, uma inventora e uma ouvinte que guia, sugere e estimula uma vida vibrante nos mundos exterior e interior. Quando as mulheres estão com a Mulher Selvagem, a realidade desse relacionamento transparece nelas. Não importa o que aconteça, essa instrutora, mãe e mentora dá sustentação às suas vidas interior e exterior.
De que maneira a Mulher Selvagem afeta as mulheres? Tendo a Mulher Selvagem como aliada, como líder, modelo, mestra, passamos a ver, não com dois olhos, mas com a intuição, que dispõe de muitos olhos. Quando afirmamos a intuição, somos, portanto, como a noite estrelada: fitamos o mundo com milhares de olhos.
O arquétipo da Mulher Selvagem, bem como tudo o que está por trás dele, é o benfeitor de todas as pintoras, escritoras, escultoras, dançarinas, pensadoras, rezadeiras, de todas as que procuram e as que encontram, pois elas todas se dedicam a inventar, e essa é a principal ocupação da Mulher Selvagem. Como toda arte, ela é visceral, não cerebral. Ela sabe rastrear e correr, convocar e repelir. Ela sabe sentir, disfarçar e amar profundamente. Ela é totalmente essencial à saúde mental e espiritual da mulher.
E então, o que é a Mulher Selvagem? Do ponto de vista da psicologia arquetípica, bem como pela tradição das contadoras de histórias, ela é a alma feminina. No entanto, ela é mais do que isso. Ela é a origem do feminino. Ela é tudo o que for instintivo, tanto do mundo visível quanto do oculto - ela é a base. Cada uma de nós recebe uma célula refulgente que contém todos os instintos e conhecimentos necessários para a nossa vida.
Ela é a força da vida-morte-vida; é a incubadora. É a intuição, a vidência, é a que escuta com atenção e tem o coração leal. Ela estimula os humanos a continuarem a ser multilíngües: fluentes no linguajar dos sonhos, da paixão, da poesia. Ela sussurra em sonhos noturnos; ela deixa em seu rastro no terreno da alma da mulher um pêlo grosseiro e pegadas lamacentas. Esses sinais enchem as mulheres de vontade de encontrá-la, libertá-la e amá-la.
Ela é idéias, sentimentos, impulsos e recordações. Ela ficou perdida e esquecida por muito, muito tempo. Ela é a fonte, a luz, a noite, a treva e o amanhecer. Ela é o cheiro da lama boa e a perna traseira da raposa. Os pássaros que nos contam segredos pertencem a ela. Ela é a voz que diz, "Por aqui, por aqui".
Ela é quem se enfurece diante da injustiça. Ela e a que gira como uma roda enorme. É a criadora dos ciclos. É à procura dela que saímos de casa. É à procura dela que voltamos para casa. Ela é a raiz estrumada de todas as mulheres. Ela é tudo que nos mantém vivas quando achamos que chegamos ao fim. Ela é a geradora de acordos e idéias pequenas e incipientes. Ela é a mente que nos concebe; nós somos os seus Pensamentos.
O companheiro certo para a Mulher Selvagem é aquele que tem uma profunda tenacidade e resistência de alma, aquele que sabe mandar sua própria natureza instintiva ir espiar por baixo da cabana da alma de uma mulher e compreender o que vir e ouvir por lá. O bom partido é o homem que insiste em voltar para tentar entender, é o que não se deixa dissuadir.
Portanto, a tarefa primitiva do homem consiste em descobrir os nomes verdadeiros da mulher, não em usar indevidamente esse conhecimento para ganhar controle sobre ela, mas, sim, para captar e compreender a substância luminosa de que ela é feita, para deixar que ela o inunde, o surpreenda, o espante e até mesmo o assuste. Também para ficar com ela. Para entoar seus nomes para ela. Com isso os olhos dela brilharão. E os dele também.
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domingo, 24 de abril de 2011
Pensamentos meus....
De quando em vez....quase sempre...
passo assim, observando a vida e suas gentes
e de tanto olhar eu saio divagando....
Estou sempre assim criando pensamentos
uns viram escrivinhados...
outros se perdem nas prateleiras da minha mente.....
De qualquer forma
penso que isso é bom....
pelo menos exercito a mente
que trabalhando
não abre espaço para coisa ruim
Bençãos dos Senhores.....

passo assim, observando a vida e suas gentes
e de tanto olhar eu saio divagando....
Estou sempre assim criando pensamentos
uns viram escrivinhados...
outros se perdem nas prateleiras da minha mente.....
De qualquer forma
penso que isso é bom....
pelo menos exercito a mente
que trabalhando
não abre espaço para coisa ruim
Bençãos dos Senhores.....
Devemos honrar a vida
desde a folha de grama
ao grilo cantante
o carinho
o cuidado
nos tornará gentil
e a gentileza nos torna abertos a alegria.....
o universo é a soma de infinitas formas de poeiras.....
como pode o ser humano apreciar o grande
sem amar o pequeno?
Não aprecia...é tão somente cobiça.....
aos amigos uma noite serena
Luma Elora Aislin
desde a folha de grama
ao grilo cantante
o carinho
o cuidado
nos tornará gentil
e a gentileza nos torna abertos a alegria.....
o universo é a soma de infinitas formas de poeiras.....
como pode o ser humano apreciar o grande
sem amar o pequeno?
Não aprecia...é tão somente cobiça.....
aos amigos uma noite serena
Luma Elora Aislin
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